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Acredito que todos vocês concordam comigo que nunca vivemos na Era da Informação, que a Zona do Agrião é mesmo muito mais em baixo…

O que pensávamos ser uma Era de Informação que emergiria como luzes guias para toda e qualquer caminhada intelectual, mesmo que básica, que começasse no primeiro ano do século XXI, pós-moderno, culturalista, liberal após dezesseis anos de crescimento e capilarização, se tornou algo infinitamente pior que uma Torre de Babel…

Sim, escolhemos a ignorância.

A sociedade escolheu, definitivamente a ignorância!

Através de um golpe de mídia, fortemente posicionado, no mundo inteiro, transformou a informação em desinformação e ignorância. Conseguiram destruir cada ágora digital que emergiu como uma “Grécia Eletrônica”no início do século XXI. Parece que foi meio que para provar que a população não pode ter voz nem vez. E que há ainda uma necessidade de construir lideranças que, paternalisticamente, devem conduzir as massas…

Destruídos os elos com a esperança de um mundo mais inteligente somos obrigados a enfrentar as massas ignaras, dirigidas pela desinformação promovida pelas mídias tradicionais.

Não há apenas um dilúvio de informação, como disse o Pierre Levy, há uma avalanche de lama fedorenta solta pela grande mídia que se derramou, no meio da década de 2010, para encobrir tudo com informações falsas, piegas, destituídas de sentido e preparadas para confundir tudo e todos. Transformando inocentes em culpados, culpados em vítimas, vítimas em causas de seu próprio infortúnio… com a final destruição da credibilidade das instituições que, em definitivo, se tornaram espaço para alimentar o ego (e encher as contas bancárias) de seus dirigentes.

No final do ano de 2013 já intuíamos, no mundo inteiro, que NINGUÉM NOS REPRESENTA. Hoje temos certeza de que ninguém NUNCA NOS REPRESENTOU.

Mas essa introdução toda se deve a uma coisa pessoal… um processo seletivo.

Atualmente vivemos uma situação de desemprego imensa. É só anunciar uma vaga que chove currículo, mas currículo de todo tipo… sem experiência, sem qualificação, com excesso de qualificação, com longa experiência em outra área não afim, gente nova que nunca teve emprego, gente que está desempregada há 2 anos, gente que ficou desempregada agora, mas que já está em uma idade mais avançada…

Enfim, selecionar um para um trabalho é deixar milhares de fora… coisa pessoal, delicada e complexa demais.

Aí, o profissional de RH, da empresa, publica uma nota chamando candidatos. Uma nota pequena e veiculada nas mídias sociais quase a boca pequena… resultado?

250 currículos e uma série de pedidos, súplicas, orações, ordens, ameaças, exigências, xingamentos…

Cara, que doido!

O nível da galera tá brabo demais! É assustador!

Poucos apenas tratam de mandar seus currículos, muitos exigem a vaga!

Um diz que é amigo do dono e quer o emprego para a esposa dele, outro começa a fazer troça sobre a vaga, um outro diz que não há justiça no processo seletivo… Sem nem saber quais são os parâmetros ou os motivos, muita gente já agride o RH antes de saber se tem ou não alguma chance (se não tem chance se retira, mas agredir?)… E olha que é para um cargo que exige pouca qualificação… imagino nos grandes cargos…

Mas porque presenciamos esse estado de coisas?

Penso que é porque as pessoas não sabem mais que emprego é uma relação de troca. De ganho mútuo e, antes de conseguir o emprego, sem saber quem é o patrão, ou sem nem saber qual que é a remuneração, ou as vantagens ou possibilidades de poder trabalhar naquela empresa, já começam a gritar e pior, a exigir direitos que ele ainda não tem!

Acredito que o nível de desinformação, aplicado sobre a população, anda tão alto que é impossível para o cidadão saber, ao certo, o que é direito e o que é dever. Não conseguem enxergar mais as vantagens ou ganhos reais pois, limitados pela visão pessimista das grandes mídias e das religiões de ocasião, se tornaram incapazes de ver algo positivo em um trabalho ou um emprego e só passa pelas suas cabeças gritar, exigir ou implorar…

Depois do Caos… virá um Caos pior… dirão os otimistas.

Eu digo que é hora mesmo de acordar para colocar ordem no caos e desligar as TVs…

Levanta-te e anda!

 

 

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O que eu penso sobre o momento histórico brasileiro?

A crise Norte Americana da primeira década deste século foi uma crise de credibilidade, mas credibilidade de capital, perdeu-se o crédito e o país deles lá parou, obviamente em um mundo globalizado, se o dinheiro para de circular por lá, vai parar também em todo o mundo, afinal lá é uma economia forte que lidera grande parte do mundo e muita da crise deles se refletiu em seus países satélites.

Mas não vivemos a crise deles, tivemos algum processo que nos protegeu e a crise deles virou marola para nós.

Atualmente há uma outra crise mundial que está sendo provocada pelas comunicações e pela interação existente na internet.  A velocidade da comunicação e a exposição  à mídia colocam mais informações nas cabeças do povo. Alguma voz está se levantando contra os processos de desinformação e os processos antidemocráticos existentes no mundo. As pessoas acordam um dia e percebem que não podem mais tolerar ditaduras, mentiras, pilantragem de governantes e andam saindo para as ruas, quebrando o pau para dizer :

BASTA! QUEREMOS UM POUCO DE RESPEITO E UMA VIDA MENOS ROUBADA DE NÓS!

Esse sentimento está se alastrando em todo o mundo, através de conversações, de pequenos grupos que vão viralizando e indo para as ruas. Sem lideranças, apenas sincronizados com a ideia de que podem fazer algo diferente. Que brigar por uma vida melhor vale a pena.

 Entendo que o Brasil passa, atualmente, por uma crise sem precedentes na história: Uma crise de percepção.

Percepção em todos os Poderes, em todos os níveis: do Legislativo ao Judiciário, passando pelo Executivo, sem esquecermo-nos do poder da Comunicação, da Mídia, o dito quarto poder que deveria atuar como balança ou fiscal. Chegamos ao grau de negligência máxima, cada pessoa que deveria estar trabalhando para o Povo ter uma vida mais digna, cada representante que deveria estar pensando no que seus representados precisam, cada Autarquia que deveria existir para servir à Nação passou a servir exclusivamente aos seus interesses pessoais imediatos.

Deixaram de perceber (ou nunca perceberam) o que é uma Nação e deixaram de perceber o que o povo precisa.

“Ninguém nos representa” é a frase do ano, é a frase que traduz a crise de percepção.

O povo, através das simples conversas na internet descobriu que as Instituições não trabalham para elas quando precisam recorrer ao Judiciário e não obtém qualquer resposta minimamente satisfatória, quando tem que recorrer à Saúde pública ou privada e também não obtém qualquer respeito às suas necessidades ou atenção à sua pessoa, quando precisam de força policial são negligenciadas sem ter a quem reclamar e vivem com medo das represálias dos bandidos que se vestem de policiais, enfim, a lista é imensa e todos tem um exemplo pessoal da coisa!

As instituições estão em crise de percepção e o povo não!

E o povo foi às ruas para dizer que PERCEBEU QUE ESTÁ SENDO VIOLENTADO EM TODAS AS INSTÂNCIAS E QUE NÃO AGUENTA MAIS.

E quais estão sendo as respostas das instituições?

As instituições ainda estão em crise e, cegas, não perceberam que o problema não é político. É técnico! É uma crise de PERCEPÇÃO!

FAÇAM O QUE É ESPERADO QUE SEJA FEITO POR VOCÊS! É o mínimo. CHEGA DE NEGLIGÊNCIA.

Parem de tentar tapar o Sol com a peneira. Parem de desviar a atenção das pessoas para a política ou para a corrupção. Os problemas políticos e a corrupção são consequências da SUA FALTA DE PERCEPÇÃO das coisas que realmente precisam ser feitas para que haja uma vida melhor para a Nação.

Essa crise de percepção só foi sentida pelo povo por que passamos por um bom período de estabilidade, por que muito mais gente come e muito mais gente tem acesso à comunicação. Quem come pode pensar, saiu da fase de corrida desenfreada pela sobrevivência e pode perceber melhor o que acontece à sua volta.

O POVO NUNCA ESTÁ EM CRISE, AS INSTITUIÇÕES SIM.  ISSO JÁ PERCEBEMOS.

Não represento ninguém, falo por mim, pelo que percebo do mundo. Não uso máscara. Não preciso me esconder.  Se você ainda acha que o sistema funciona, é por que a crise da percepção ainda está te dominando.

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Já pensou se ainda ganhássemos maçãs?

quer uma maçã?

Não sou economista, mas penso muito sobre o assunto..e isso não me faz mais que um curioso.

Como disse George Bernard Shaw:

“Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã, e nós trocamos as maçãs, então você e eu ainda teremos uma maçã. Mas se você tem uma idéia e eu tenho uma idéia, e nós trocamos essas idéias, então cada um de nós terá duas idéias.”

Gosto dessa frase porque ela demonstra que o capital inerente ao conhecimento e à informação tem mais valor para a sociedade que o capital inerente aos bens de consumo e aos bens duráveis. A troca de informações e a colaboração gerariam mais recursos que a troca ou produção de produtos de consumo ou bens duráveis.

Penso que essa frase define o valor da internet.
A interação entre conhecimentos e saberes permitiria a possibilidade de uma distribuição mais ampliada de renda através da troca de expertises locais e globais e também aumentaria a possibilidade efetiva de ampliação do capital mundial ou PIB.

Esse fenômeno foi demonstrado na bolha da bolsa o final da década de 90 e depois no crescimento constante e “seguro” da NASDAQ na primeira década do séc. XXI.

Percebi que a crise de “credibilidade” americana da última década foi minimizada pela possibilidade de fluxo de informação global neste mundo altamente conectado  que, na verdade, atuou como uma descarga de problemas distribuindo o prejuízo por todas as bolsas de valores e empresas de resseguro do mundo, alcançando e levando essa crise à todas as economias nacionais conectadas de alguma forma com a economia Estadunidense.

Em contrapartida os Países menos atingidos pela crise, foram aqueles que, naquele momento, estavam com seu capital mais ligado à produção de bens de consumo e bens duráveis, como o Brasil por exemplo.

Economia Global

O que eu concluo da relação Internet/Economia da Informação-conhecimento versus Economia tradicional é que a credibilidade sobre o “palpável” é menos abalável que a “credibilidade sobre as ideias trocáveis”.

No entanto, esse capítulo da história nos permitiu perceber que as relações de transparência entre governos em um mundo altamente conectado são fundamentais e que a credibilidade, em um mundo assim, é mais volátil e depende de relações confiáveis e intenções mais honestas e duradouras.

Que venha o mundo novo, mais justo e mais honesto, com informações e governos mais confiáveis!
Uma proposta e uma pergunta pessoal: Vamos trocar ideias ou maçãs?

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Não são apenas palavras...

Não são apenas palavras…

A Renata, postou, hoje, no Facebook o seguinte artigo como incitação ou provocação:

Pesquisa pública, publicação privada texto que achei muito bom e que me fez logo tecer comentários… comentários que teci por lá, mas que penso que também merecerem um post por aqui…

O artigo trata do modelo de publicação científica, que é baseado no modelo do sistema escravagista contemporâneo, você paga, você trabalha de graça e quem recebe são os outros, e você acaba pagando novamente para ter acesso à sua própria criação… e escutamos com as mais belas faces sorridentes e doadoras de que é preciso colaborar e fazer trabalho voluntário… que os ganhos são outros… que dinheiro não é tudo…

Tá bom, dinheiro não é tudo…então me mandem mensagem me pedindo o número da minha conta e me passem todo o dinheiro que eu alivio vocês do fardo!

Cito uma parte do artigo original:
“Esse sistema se revela, além do mais, muito dispendioso para a comunidade científica. O contribuinte financia uma pesquisa que o cientista publicará – muitas vezes à sua custa – em uma revista endossada por uma empresa privada, que outros pesquisadores deverão avaliar gratuitamente e que as universidades deverão, em seguida, comprar a preço de ouro. É possível dizer, com efeito, que a literatura científica custa caro. A metade do orçamento de funcionamento das bibliotecas universitárias vai embora nas assinaturas, o que prejudica imediatamente os estabelecimentos menos ricos e tem repercussões sobre as taxas de matrícula dos estudantes”

Se pensarmos bem, é um sistema que merece uma reforma urgente, pois a sociedade já mudou em parte, pelo menos nas questões do acesso, e a remuneração da informação também precisa ser revista, ou melhor, distribuída.

A outra ponta da discussão é o que teria mais valor:  A fonte ou a distribuição?

Os Agentes, as Editoras e as Gravadoras dizem que é a distribuição… pois eles alcançam o grande público… mas sem uma boa fonte o público deixa de acreditar na distribuição.

Nos tempos de broadcast isso podia ser verdade, e o que a distribuidora levava ao publico era, obrigatoriamente, consumido e transformado em sucesso, por falta de opção e com raras excessões pelo valor intrinseco à fonte.

O Monopólio da distribuição dizia o que seria consumido pela sociedade e, com o tempo, essas distribuidoras passaram a se exceder na escolha do que era levado ao público gerando enorme insatisfação sem que gerasse uma real redução de consumo. Aprendemos a reclamar e a continuar pagando…

Ocorreu perda de credibidade, aliás credibilidade é a crise do início deste milênio não é?

Nos tempos de internet a lógica mudou…
A fonte e a distribuição passaram a trabalhar de igual para igual, pois o volume de distribuidores e de fontes cresceu assustadoramente e continua crescendo, já que TODOS passaram a ter esse poder de criar e de distribuir.

Se não tenho boas fontes e se distribuo qualquer coisa, não tenho credibilidade. Se não tenho boas relações e se não produzo algo de novo e de interesse ou que contribua com nicho que vivo e participo não vai adiantar ter ótimos distribuidores.

Penso que atualmente os dois, distribuidor e fonte se igualaram e merecem remunerações equivalentes ou iguais.

Não bastam mais as relações economicas que foram criadas no modelo capitalista ou pelo modelo “anti-capitalista”. Muita coisa vai ter que ser estudada e um novo modelo precisa ser proposto e instituido.

A briga é feia, e muito pessoal… colabora aí para que eu ganhe um pouco mais de credibilidade? Comente!

 

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Através de uma mensagem de uma amiga minha, que é professora, que levantou o seguinte problema: “Os jovens e o subaproveitamento da internet para a educação e cultura” e ela completou que isso interessa a ela já que ela diz perceber seus alunos “apenas um interesse em redes sociais e MSN”.

Essa amiga está terminando sua graduação em Psicologia e pretende escrever algum artigo sobre o assunto. Essa mensagem me levou à algumas reflexões e parte da resposta que mandei para ela estou postando aqui. (lembrem-se que isso foi uma conversa informal…mas é um assunto que muito me incomoda também)

Olá!

Não tenho uma visão do lado dos psicanalistas sobre o assunto, minha leitura sobre psicanálise e correlatos é pequena, fraca e preconceituosa. Mas tenho outra leitura, ligada à educação e à sociologia…

Achei interessante sua visão sobre o interesse dos alunos nas redes sociais e no msn. Quando eu estava no meio da minha pesquisa de mestrado também tive essa leitura.

Com o tempo entendi outras coisas a respeito e minha pergunta hoje é: Qual é o aluno, pessoa, colega, amigo que se interessa por ganho de cultura sem estímulo externo?

Penso que é apenas aquele que aprendeu em casa, através de seus pais que o ganho de cultura acarreta em algum ganho social.

Sinto que a internet é uma moto-niveladora social para quem tem acesso… Torna as relações de igual para igual, uma vez que qualquer um pode dizer e ser o que quiser por aqui. Democracia gera relações sociais mais próximas, mas o “gap” cultural permanece.

Penso que o fascínio dessas crianças/jovens pelas redes sociais pode nascer da necessidade de pertencer e de participar de um grupo socialmente mais favorecido.

O msn é a forma de comunicação imediata aparentemente mais barata, já que não precisa de um celular, nem SMS.

Assim, se o professor não despertar o aluno para outros ganhos da internet (no caso o ganho cultural) eles ficarão no que existe de mais compreensível e de fácil assimilação.

Mas existem outras controvérsias na questão: qual é a cultura que vale a pena? Isso existiria, uma cultura que valha mais que outra? Existe alta cultura? Para que educamos as crianças? Para mudar seu padrão de vida? Para tirá-los de suas condições sociais ou para se tornarem cidadãos livres, donos e responsáveis pelas suas escolhas?

A mim me parece que educamos para tudo isso… há tanta informação na internet. tanta cultura diferente… mas, lamentavelmente, muitos professores querem sempre doutrinar, ensinar a cultura deles ou a que eles pensam ser a melhor.

Aí estamos diante de um conflito. Existem sociólogos que pensam que deve-se respeitar a cultura do outro, e não tentarmos mudá-la, outros ainda acreditam que a cultura dominante precisa ser aprendida pelo dominado para que ele tenha recursos para poder lutar no campo do outro… Quem pode estar certo?

Não sei… eu, da mesma forma que muitos da minha geração, fui criado acreditando que existe uma cultura maior, que devemos aprender história das outras raças e outros povos, que devemos ter uma cultura geral mais diversificada sobre o mundo, que existe uma música que merece mais atenção que as outras…

Mas ando me convencendo de que as únicas coisas que precisamos aprender na escola são:

1- A língua materna em todas as suas nuanças e características;
2- A língua matemática em profundidade;
3- A manejar a interpretação dessas duas línguas;
4- A usar a informação de forma a saber onde guardar e onde pegar, reinterpretando sempre de acordo com a minha cultura;
5- A entender, tolerar e respeitar as escolhas e as culturas dos outros (todos os outros);
6- A expressar nossas idéias e sentimentos;
7- A projetar e planejar nosso futuro;
8- A escutar o outro;
9- A ser auto-crítico e reflexivo;
10- A criticar toda informação e recriar tudo o que recebe conforme a nossa leitura pessoal;
11-A transformar tudo isso aí de cima em recursos sociais, econômicos e financeiros auto-sustentáveis;

Chega de conteúdo, conteúdo está na rede, Educação atualmente precisa mudar absolutamente para que a internet seja usada a contento por, se não todos, uma grande maioria da população.

O caminho que escolhi para isso foi a minha pesquisa de mestrado. Nela eu tentei fazer com que o aluno tivesse que produzir o que aprendia para postar na rede e ser criticado pelo mundo.

Apliquei minha pesquisa com meus alunos de graduação, fora da pesquisa e acredito que tive bons resultados.

Penso que para que o aluno deixe de usar apenas as redes sociais e o MSN, o professor precisa acenar com outros ganhos para os usos da internet.

Não sou muito de citar autores… mas o que escrevi é minha opinião com base nas minhas leituras dos PCN, Alain Tourraine, Bourdier, Trivinhos, Canclini e de meus amigos na rede e fora dela.

Abraços e obrigado mais uma vez pela oportunidade de reflexão.

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