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Posts Tagged ‘cultura’

Não sou filósofo, nem vou discorrer aqui sobre significados do termo, outros já fizeram isso melhor que eu e você pode encontrar no pai dos burros online Wikicionário ou procurar um filósofo que o ajude…

Meu tema aqui hoje é basicamente marketing… sucesso ou fracasso profissional/empresarial.

Começarei com uma premissa errada: “O povo é burro mesmo” não sabe dar valor às melhores coisas que aparecem. Apenas uns poucos conseguem dar valor ao que essa empresa(pessoa ou produto) oferecem!

Pensador de Rodin...

Ao mesmo tempo os cases de sucesso são completas e totais falácias e quase nunca descrevem o verdadeiro motivo do sucesso (tenho razões para acreditar que, ou eles não sabem o motivo, ou não querem dizer).

Tenho diversos exemplos básicos, alguns ocorreram bem perto de mim ou até comigo mesmo…

Tive um cliente que trouxe para o Brasil um produto inovador em 1996, uma balança eletrônica que era o “bicho” de avançada, media massa gorda, massa magra, peso ideal… e o cliente não conseguiu vencer a balança tradicional, mesmo em um grande centro como o Rio de Janeiro. O cara era bom vendedor, dedicado ao produto e fez um trabalho de base muito bom.  Mas não deu certo na época. Ele dizia que era como se ele estivesse vendendo Eisbein no pé do São Carlos.

Se fosse joelho de porco com repolho estragado ele vendia como água… mas Eisbein, necas de pitibiribas! Povo burro, dizia ele…

Já estive apresentando trabalhos com características de inovação que desenvolvi e o cliente não aceitou, preferiu as opções “careta-formulinha”. Já desenvolvi um projeto e apresentei uma proposta muito avançada sobre supermercado online que estão na gaveta por não ter investidor.

(se, você, leitor, tiver hum milhão de reais, que pode ser investido em 12 parcelas mensais, e deseja desenvolver um empreendimento online de compra e venda de produtos de supermercado completamente inovador fale comigo que o projeto está pronto e só precisa de capital para implementação)

Na época, 1997, o gerente de informática de um supermercado que toparia realizar o investimento, disse que fazer a coisa em LINUX seria um absurdo… que não seria possível desenvolver e que ele só aceitaria se fosse em outro sistema operacional mais conhecido… hoje linux é o que é… muito melhor e muito mais seguro, mas… inovador é sempre uma coisa para quem tem coragem e não para quem vive à sombra de cópias…

Um carro de conceito, por exemplo,  é uma parafernália que nunca funcionou nem nunca vai funcionar, feito para que o público (leia-se trouxas) acredite que, ao comprar o carro velho de projeto ultrapassado e inseguro, que está aí nas lojas, ele está comprando o sonho do futuro e a tecnologia de ponta…

Mas voltemos ao caso da extemporaneidade e do marketing…

Recentemente presenciei um caso em uma escola. Uma escola pequena, com uma proposta extemporânea, menos de 14 crianças por turma, muita liberdade, muita provocação para o estímulo da aprendizagem, trabalho por projetos, liberdade de expressão, participação (solicitada e aceita) dos pais, viagens riquìssimas em conteúdo e forma, professores competentes, dedicados, propostas de uso de computador e internet em sala de aula, produção de conhecimento por parte da criança que descobre e faz, atendimento individualizado, avaliação individualizada, crianças ricas em conteúdo e materialmente, todas bem apoiadas pelos pais. Em uma casa espaçosa e confortável. Tudo para dar certo…

A concorrência tem 40 alunos por turma, não permitem o aluno se expressar, cheios de regras rígidas de comportamento, intervalos de recreio  exíguos (afinal eles estão lá para aprender), os professores “dão matéria”, o sistema é de produção/fábrica de aluno e a escola ainda diz que é a melhor… todos dizem… o problema, para mim, é o povo acreditar.

Neste lugar em que vivo, planeta terra, o povo já gosta de uma picaretagem… você apresenta uma proposta inovadora, demonstra que ela dá certo, mas o povo prefere as promessas encantadoras… seu filho vai passar no vestibular! Por mágica… aliás… como se passar no vestibular hoje em dia fosse algo ainda impossível como era há 30 anos atrás…

Mas na fantasia dos pais ainda é. E o picareta se utiliza das fantasias que estão em nossas mentes para nos atrair e nos roubar.

Sim, roubar… pois educação é uma coisa muito séria. A escola que estimula o aluno a ser rebanho está roubando a chance do aluno de mudar sua condição social e de crescer economicamente. Rouba a oportunidade de transformar a criança em um ser melhor e rouba a oportunidade da sociedade se tornar melhor.

Para quê?

Para manter as pessoas em seus lugares e a picaretagem poder continuar em todos os níveis… da vizinhança à política.

Mas retornando ao marketing… a escola é maravilhosa sim, inovadora sim, e o marketing dirá que a proposta é para um nicho que não existe neste lugar (entenda lugar como local físico, como época/espaço-tempo e como agrupamento de pessoas que ocupa o lugar).

Se você quer sucesso de marketing pegue seu produto/serviço maravilhoso e inovador, coloque nele uma cara de picaretagem, que o cliente perceba que é o que ele considera valor para as massas, apresente seu produto inovador como se ele fosse banal e igual a todos, crie historinhas de sucesso e mitos em volta do seu produto/serviço, estimule a cobiça e a inveja de todos com tratamentos diferenciados para clientes vip, alimente seu orgulho pessoal e se posicione como doador  e espere seus cofres encherem.

O mundo não está pronto para aceitar idéias inovadoras. Ninguém quer nada novo. Só se deseja o que o outro tem… mesmo sem saber o que é nem para que serve.

A propósito… os grandes artistas, filósofos, cientistas foram extemporâneos. Quase todos só foram reconhecidos após sua morte.

Cases de sucesso são grandes mentiras escritas de forma bonitinha para pegar trouxas. O que funciona em marketing é o fazer igual… quem faz diferente é crucificado.

Cases de sucesso?

 

 

 

 

 

 

 

 

O povo é burro mesmo… e mais burro ainda é quem não faz apenas o que o povo quer.

Lamento, mas é a lei do menor esforço e do maior lucro… se você quer algo diferente disso, junte-se a mim e construamos um nicho de pessoas extemporâneas que desejam um mundo mais justo e um marketing mais verdadeiro como no manifesto Cluetrain.

Abraços

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Penso que é preciso acabar com essa cultura do elogio e da ofensa. O elogio virou coisa banal e barata e, nessa onda, tudo o que não é elogio se tornou ofensa.

Cadê o espaço para a crítica? Cadê o espaço para o debate?

Sem crítica não há melhora, e sem esse papo de que criticar é fácil… né não, criticar é parte do desejo de melhorar, de receber valor pelo que foi pago. Coisa que não adianta processo e,  se você simplesmente não criticar e for embora chegará o dia no qual não haverão mais lugares para ir… e a economia quebra.

Como tem muita coisa para falar de uma semana de viagem e o assunto parece que não se esgotará, retorno aos problemas turísticos de BH.

Depois que postei o “O turista que se foda I – Belo Horizonte” recebi dezenas de e-mails com mais reclamações sobre BH e o trato da cidade com o turista e pelo andar da carruagem , mesmo eu sendo apenas um “turista acidental” ou “turista passante” parece que estou me tornando porta voz de mais críticas.

A primeira e mais forte reclamação que recebi, e que já vivenciei por lá, foi a questão do Taxi… em Belo Horizonte os taxis ficam parados, simplesmente não circulam.

Se você, turista, estiver no sufoco da noite, cansado ou bêbado, e não tiver um telefone de ponto de taxi será impossível retornar ao Hotel ou onde quer que você esteja hospedado.

Taxis que não circulam

Taxis que não circulam

Eles simplesmente não circulam… aí você fica a mercê de andar na noite ou por lugares desconhecidos até encontrar um ponto de taxi.

Esse é um dos exemplos de economia porca… não quer gastar com gasolina não tenha taxi… mas imagino que o Serviço de Taxi não seja um serviço se você não pode dispor dele a qualquer hora do dia (ou da noite) em qualquer lugar da cidade.

E a fila do taxi na rodoviária? A coisa mais lenta e desorganizada que já vi!

Outro problema está na cultura de serviço dos restaurantes da capital mineira: Você entra, senta-se e o garçon só traz a bebida quando trouxer a comida!

Quer beber? Faz o pedido e espera!

Quer beber? Faz o pedido e espera!

E você fica com sede e não tem o que fazer para resolver o problema, pois uma vez anotado o pedido ele desaparece e é incapaz de retornar à mesa a menos que ele esteja com seu pedido na mão… o pior:

…depois ele não retorna à sua mesa se você não terminar de comer…

Parece que ele não pode gastar o sapato dele ou os músculos para vender apenas um refrigerante né?

Não quero ensinar ninguém a trabalhar… penso que quem não trabalha direito tem que fechar mesmo. Mas, quando vejo que o problema é sistêmico sinto que é preciso que haja algum trabalho de reeducação ou investimento em retreinamento de garçons e de atendimento, coisa institucional. É preciso gerar empregos e prestar serviços de qualidade pô!

Isso é muito sério… o turista chega no restaurante com sede, a bebida deve ser servida imediatamente e mais… o garçon deve ficar atento ao cliente sem que o importune na mesa.

É comum termos o garçon que faz excesso de atenção enchendo o saco de quem está na mesa…

Pecam por falta ou por excesso!

Justiça seja feita conheço 2 restaurantes que realmente tem um atendimento tradicional e de qualidade naquela cidade: O “Taste Vin” e o “Dona Derna” nestes lugares eles sabem receber bem e fazem pratos dignos de nota.

A pedidos… continuarei com a temática, mas no próximo post falarei sobre as viagens aéreas econômicas no Brasil.

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Vivemos a esperar o último dia.

Último dia de aula, de trabalho, de férias, do feriado prolongado, da viagem, do mês, do semestre, do ano, da… vida.

Criamos espaços compartimentados e estanques na nossa vida e, como em um submarino, vamos andando de compartimento em compartimento, passando pelas portas e fechando-as atrás de nós. Algumas portas torcemos para que cheguem logo, outras preferimos que se mantenham distantes de nós.

Nenhum problema se não imaginássemos sempre que o submarino está afundando!

Esse pensamento é que nos faz perder o proveito de viver. Queremos chegar ao fim e não curtimos a caminhada. Queremos terminar nossos textos, nossos trabalhos, chegar logo, ver o final da partida, o final do jogo, o final do campeonato.

Ninguém quer ser o último, mas todos querem ver o último chegar, ninguém quer estar no último dia e quando ele chega torce para que passe logo a última hora.

 Que estranho… a compartimentação das coisas e da vida nos levou a pensar que fizemos (ou fazemos) algum progresso. Mas que progresso há no fim? Passamos de fase? Por que desejamos saber qual é a próxima fase e fazemos planos para ela sem termos qualquer indício sobre ela ou sobre se ela realmente existe?

Para que colocar tudo em linha, em ordem? Para quê o prazo? Por que pensar na finitude? Há tanta coisa boa para fazer mas insistimos em sermos escravos do tempo, da hora, dos outros, do fim.

O ponto final sugere a obrigação de ter feito. Não suporto a idéia de terminar alguma coisa… quando a coisa acaba fica o vazio, perde-se no nada. Não há prazer no fim, há o fim do prazer de fazer. “- Mas as coisas chegam ao fim um dia ou outro” ; vocês irão dizer; ao que eu responderei: – Claro que chegam, mas precisamos curtir e aproveitar o todo, o caminho. O prazer deve estar colocado na relação entre nós e o fazer, entre nós e o outro, não apenas no gozo, no ponto final.

Uma ampulheta possui fim e não existe prazer no final de sua areia, ela sempre pode rertornar ao início

Por quê esperamos o último momento?

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Gratidão é tudo na vida...

Obrigado por agradecer!

Agradecimento é a parte mais importante da nossa formação: apenas sendo gratos que aprendemos a reconhecer o valor do trabalho e da ajuda do outro e o valor do nosso próprio trabalho.

Agradecimentos devem ser nominais, específicos, nunca gerais… Através do agradecimento demonstramos nossa capacidade de congregar pessoas de valor e de construir nossa rede de relacionamentos.

Agradecimento não é paga por serviços, agradecimento é muito mais que dinheiro. Ao agradecer percebemos que o valor maior está no ato de quem ajudou, no coração, na atitude de envolver-se no trabalho em equipe.

Não existe agradecimento àqueles que, por acaso, esqueci de agradecer… se não tem nome não tem agradecimento!

Não se agradece aos que tentaram impedir ou atrapalhar seu crescimento, isso seria valorizar o que há de pior neles e o que há de pior em nós.

Seja sempre positivo em seu agradecimento e entregue cópias dele aos seus queridos ajudantes.

Agradecemos sempre aos pais e aos irmãos, pois viveremos para sempre com eles que são as pessoas responsáveis por nos tornarmos quem somos!

Podem não ter feito nada pelo nosso trabalho, mas fizeram por nós e ainda o farão por toda a vida, gostemos deles ou não, eles são a nossa vida.

Não agradecemos por interesses imediatos e sim por uma relação mais estreita e por laços de continuidade.

Deus não precisa de agradecimento, mas nós precisamos ser gratos à Deus. Quem escreve agradecimentos apenas à Deus está descumprindo o maior e único mandamendo: Ao próximo como a Ti mesmo!

 Agradecimento não é obrigatório, é obrigação.

Só agradece quem tem coração e educação.

Abraços

Rodrigo

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Hoje cheguei na casa da minha mãe e peguei o jornal para ler.

Ler jornal impresso eu quase sempre leio, mesmo estando de saco cheio de ler o que eles pensam que é interessante colocar lá para que nós leiamos.

Se pegarmos os jornais brasileiros (qualquer um grande jornal do Rio, de SP, ou de MG) e fizermos uma retrospectiva dos, não vou muito longe, últimos 10 anos, só leremos manchetes alarmistas e pessimistas de todo tipo, sem falar nas notícias de violência que deixarei para uma outra oportunidade.

Se o dólar subiu: Desgraça! Tudo vai ficar mais caro, os importadores precisam compensar as perdas e vão descarregar no consumidor!

Se o dólar caiu: Desgraça! Os exportadores terão prejuízo e precisarão de incentivos fiscais ou de ampliação para pagamento de suas dívidas!

Se o dólar ficou estável: Desgraça! O País não cresce e sem crescimento o desemprego aumenta…

Se o PIB caiu: Desgraça! A Economia do País retraiu e haverá desemprego…

Se o PIB subiu: Desgraça! Aumentou o consumo e os preços vão subir…

Se o Banco Central intervém: Desgraça! As reservas do País estão sendo dilapidadas. O Governo não deve intervir na Economia…

Se o Banco Central não intervém: Desgraça! Onde isso vai parar? O Governo precisa intervir…

E vai por assim adiante em uma infinita lista de exemplos, inflação, marolinha, empregos públicos, empregos privados, custo Brasil, agribusiness, montadoras, aço, FMI, Crise Européia, Crise Estadunidense, Ameaça Asiática, H1N1, Alimentação, SUS, Eleição…

um gato tentando se matar por todos os meios possíveis... só faltou tentar o noticiário...

um gato tentando se matar por todos os meios possíveis... só faltou tentar o noticiário...

Os Jornais estão craques (mesmo sendo o Dunga contra craques) encontrar e entrevistar especialistas que apresentam os piores cenários com aquelas caras de “eu falei que ia acontecer” igualzinho a mãe Dinah.

Aprendi na vida que “jornalismo seria publicar o fato”, mas sabemos que os interesses levam às versões do fato e sabemos também que os jornais publicam aquilo que eles pensam que fará as pessoas comprarem os jornais.

Assim o pessimismo da população é alimentado pelas notícias pessimistas veiculadas no jornal. A sociedade, com o jornalismo contemporâneo,  passou a gostar de ver desgraça em tudo… eu acho mais divertido ver conspirações…vou parar de ler jornais e só vou ler blogs de agora em diante.

Aliás… por falar em pessimismo: os blogs são o maior motivo que assombra os jornais de grande porte e os grandes jornalistas constituídos. Blogs estão gerando um sábio pessimismo na profissão entre os grandes, vale ler esse relatório (em português a postagem de blog onde encontrei o material, of course) da  Pew Project for Excellence in Journalism (in english please…)

Mas os pequenos que não forem pessimistas e entenderem o recado… esses sim, terão a chave do sucesso!

Cada um se diverte com o que pode, não é?

Rodrigo Vieira Ribeiro

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aqui vc encontraria uma imagem que estava em https://i2.wp.com/img50.imageshack.us/img50/6316/bubbleyz9.jpg

 
Um rapaz em uma bolha

Éramos nus e solitários, e criamos bolhas herméticas para nos proteger: 

a roupa, do ambiente 

o sapato, do chão 

a casa e as armas, dos animais 

a linguagem, da solidão e da ignorância 

a família e a sociedade, da fraqueza 

os veículos, da distância 

os remédios, das doenças 

a agricultura e a pecuária, da fome 

as leis, de nós mesmos 

a justiça, nossas leis 

o governo, nossas terras 

a guerra, nossas vontades 

o dinheiro, da miséria… 

a religião, do infinito 

as regras, do caos… 

Passamos a vida tentando nos proteger de algo, 

vivemos nos encapsulando em camadas infinitas de bolhas 

cada dia mais distantes do mundo e da realidade 

temos a desculpa de que desejamos viver mais e melhor 

Mas dentro dessas bolhas só encontramos o tédio da segurança 

E só nos sentimos vivos quando essas bolhas se rompem.

 

Rodrigo Vieira Ribeiro 

06-12-2009

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O Brasil ondem acendeu tanta vela que será difícil recuperar o co2 liberado...

Acendeu vela? E a camada de ozônio?

Ontem, coincidência ou não, depois de uma semana lendo, vendo e ouvindo notícias sobre os aumentos indevidos na tarifa da energia elétrica desde 2001 e da tentativa do governo de fazer as operadoras restituirem aos usuários/consumidores (não deveríamos ser tratados como clientes?) os valores cobrados indevidamente, aconteceu um inexplicável apagão!

Acho inacreditável algumas coisas que advém desses fatos:
1- Eles serem tão óbvios e diretos ameaçando o governo e a população com um caos que deveria ser apurado e devidamente responsabilizado.
2- As pessoas acharem que é meramente um problema de transmissão de energia (só se for de transmissão de energia neuronal entre o tico e o teco das cabecinhas desatentas)
3- Todos se esquecerem que o apagão da época do FHC só serviu para aumentar as tarifas assustadoramente e que este, na época, pode ter sido também forjado.
4- Por mais que eu goste de piadas, acho incrível rir na hora que sou roubado! A menos que se ria de nervoso incontrolável.

Tenho minhas contas guardadas desde 1999, quando eu já usava ar condicionado 24 horas por dia e chuveiro elétrico, mais um tanto de equipamentos ligados em tomadas aqui em casa e minha conta não passava de 27 reais. Atualmente minha conta ultrapassa os 300 reais e eu tenho aquecimento de água por painel solar…

Penso muito no assunto e me pergunto: até quando a dócil e cordata população brasileira se deixará levar pelos abusos que sofre em todas as esferas, desde a familiar à governamental, passando pelos direitos individuais e coletivos?

Se você tem algo a declarar, expor, discordar ou complementar use os comentários abaixo!

Abraços

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