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Posts Tagged ‘Benjamim Button’

Tem coisas que acontecem na vida da gente que marcam definitivamente… hoje tá até doendo, eu e minha mulher, sempre atrasados com relação a qualquer coisa da vida social por termos 4 crianças, sempre que temos uma folguinha tentamos colocar em dia, entre outras coisas, as leituras e o cinema.

Até hoje lamentávamos não termos visto o curioso filme de B.Button e o entediante Austrália.

A partir de hoje lamentamos termos visto!

Um filme sofrível bonitinho mal contado

Um filme sofrível bonitinho mal contado

Começamos pelo Curioso caso de Benjamim “Forrest Gump” Button, sem a caixa de chocolates. Um filme possível, bonitinho, mas nada para ganhar nada de prêmio. Quanto mais de maquiagem!

PELAMORDEDEUS!

Nas primeiras cenas com a Daisy (a belíssima Cate Blanchet) a maquiagem não convence, o processo de rejuvenecimento do Brad Pitt também não.

Tá bom, posso estar sendo muito exigente, mas não… aquilo não merecia prêmio nem do Cineclube de Quixabá como melhor filme sonífero.

Um roteiro adaptado fraco, deixando detalhes importantes a colocar e explicando coisas desnecessárias (como na hora do atropelamento da bailarina), vou ter que ler a história original para poder malhar mais…

Depois do Almoço encaramos o Austrália que nos venderam como um romance belíssimo que conta uma história que perpassa a história da Austrália.

Não veja o filme, vá lá que é melhor!

Não veja o filme, vá lá que é melhor!

Puro engodo, essa fizeram para nos sacanear mesmo!

O diretor pensou que estava fazendo um “E o Vento Levou” e acabou sendo levado pela falta de objetividade, nada de romantismo, aventura fraca e trama zero. Tudo tinha ótimas oportunidades de acontecer e nada acontece…

A bela Nicole Kidmam não convence como Lady Ashley, o Volverine não convence como Mocinho Canastrão, o Boromir não convence como vilão.

Nada convence no filme, só a fotografia de belíssimos lugares que você gostará de visitar.

O filme demora a começar, é lotado de obviedades previsíveis demasiadamente ofensivas à inteligência do público.

Pior, o filme termina 3 ou 4 vezes e recomeça como se fosse o personagem corneteiro do Peter Sellers no início do excelente “O convidado bem trapalhão” que, apesar de ter a deixa de que está morto, continuava a insistir em tocar a corneta!

Não consigo aceitar que alguém possa ter falado positivamente ou indicado esses dois filmes, aliás… só deve ter feito isso quem recebeu para fazê-lo ou quem era parente ou querido dos diretores.

E nós aqui em casa desperdiçamos os sons do Djavam!

Para quem desejar críticas favoraveis veja os links: http://www.blogtribuna.com.br/Cinelide/Postagem/Um-olhar-fresco-em-um-rosto-enrugado,67

http://movieblog.com.br/?p=309

Abraços

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