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Posts Tagged ‘administração’

Agora vamos tentar juntar as artes descritas no post Gestão Educacional… Educação, Administração e Marketing…

Os cenários que a Administração precisa enfrentar e a Wikinomia… um texto intermediário para chegarmos à proposta de Gestão Educacional com bases Wiki…

Comecemos pelo mais conhecido:

Administrar uma empresa depende exclusivamente dos cenários internos e externos, óbvio não? Mas vejamos alguns cenários que evoluem com o tempo.

Os cenários da concorrência:

1 – Quando se é o único a oferecer um produto ou serviço, os lucros são altos, pode haver desperdício, a opinião do cliente não importa (afinal ele tem mais é que agradecer de ter o produto ou serviço e mesmo ruim é melhor que nada), idem idem para a opinião do empregado. Os valores pasam a ser altos, cobra-se quanto quer. Diz-se que o Produto é o Rei, que ele manda, faz o que bem entende desde que não fira os ditames da lei ( e mesmo assim…).

Esse quadro da ditadura do produto é característico do início da Era Industrial, muita demanda e pouco produto, ainda ocorre em alguns setores. O administrador só precisa somar, fazer o livro caixa, pagar as contas e “gastar” os lucros…

2 – Quando se tem concorrência saudável, há disputa de igual para igual entre produtos, as diferenças são pequenas, mas ainda assim são poucas as opções, havendo quase cartelização, o Marketing é o Rei… quem tem as melhores estratégias de entrega e propaganda, as embalagens mais atraentes, o nome, a marca, simpatia da população é quem ganha.

Nesse cenário, o administrador precisa pensar mais estrategicamente. Precisa cortar custos, aumentar produtividade, investir pesado na marca e no marketing, corre para se manter no topo e vez por outra perde seu primeiro lugar para o concorrente e não consegue dominar o mercado.

3 – Quando a concorrência é desleal ou existem muitos concorrentes que oferecem o mesmo produto, como é o caso da maioria dos produtos e serviços oferecidos atualmente. Aí é a vez do Cliente. Diz-se que o Cliente é o Rei. O marketing precisa se adaptar ao seu público, escutá-lo, integrar-se à administração, ao design de produto. O administrador precisa manter sua empresa enxuta, custos baixos não bastam, é preciso ter um diferencial que signifique valor para o cliente.

Aqui, é o caso de procurar um nicho, verificar se esse nicho compensa comercialmente e posicionar o produto como confortável nesse nicho.

Atualmente todos esses cenários são possíveis e viáveis, no entanto um novo elemento surgiu para balançar os administradores de seus galhos: As redes sociais.

Com as redes sociais, mesmo um produto REI pode ser destruído. A força da opinião e a velocidade que uma informação está circulando por aí são inimagináveis e cabe aos administradores e marketeiros (no bom sentido é claro) aprenderem a se comunicar e a usar as redes sociais ao seu favor.

Querendo ou não, entramos na Era das Relações Pessoais e Sociais, comunicar e informar não é mais suficiente. As pessoas na Rede querem interagir com os produtos e empresas. Essas mesmas pessoas são empregados, colaboradores, torcedores, defensores, concorrentes… mas todas querem apenas uma coisa: produtos e serviços melhores, configuráveis, personalizáveis e, estão dispostos a pagar por isso ou a abandonar o produto.

Mas como conseguir realizar essa tarefa caríssima de oferecer produtos para essas pessoas tão exigentes? A resposta é o Diálogo e o trabalho em Equipe.

Para que haja trabalho em equipe, é preciso haver integração, equipe, divisão de lucros em equipe, gestão e administração em equipe… o Don Tapscott fala de uma forma bem lúcida em Wikinomia

Inovação e(é) Colaboração

Wikinomia não é uma saída… é a única saída visível atualmente.

A compreensão do empresário, do administrador e do marketeiro de que a Wikinomia é a única forma de vencer e vender com lucratividade no mercado contemporâneo já se mostra presente em empresas de sucesso no Brasil e no exterior, tem muitos exemplos no livro do Tapscott, quem desejar lê-lo clique aqui (nesse link vc encontra muito mais coisa para aprender sobre a rede…).

Mas a forma de tornar a Gestão Wikinomica viável no Brasil esbarra em algumas questões, em ordem de importância: Educação, Legislação e Cidadania. Questões que tratarei oportunamente nesse blog.

E a própria Educação necessita ter sua Gestão modificada para esse novo parâmetro e vou explicar os “porquês” no próximo post, já que esse passou da conta!

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A melhor série sobre a Segunda Grande Guerra

A melhor série sobre a Segunda Grande Guerra

Faz tempo que eu gosto dos filmes de guerra, principalmente dos que tratam da WWII. Me sinto seguro vendo estes filmes. Lá tem o bom e o mau, o não tão bom e o não tão mau, o que parecia bom e vira mau e o que parecia mau e vira bom.

Simples, fácil.

Temos uma meta, explodir tudo! Eles vão lá e explodem tudo… soldados vão morrendo pelo caminho, mas esse é o preço da vitória do bem sobre o mal, quando acaba a missão ou o filme saímos bem e com a sensação do dever cumprido. Com a sensação de que existe esperança e de que existem pessoas que podem nos proteger apenas porque são abnegadas e o fazem apenas para o bem, o nosso bem.

Esse tipo de filme, apesar da violência e dos rios de sangue me deixa em PAZ. Conheço a história e sei o lado que venceu. Tudo previsível como brincar em uma caxa de areia com os coleguinhas quando temos 8 ou 10 anos.

Esse tipo de filme não me faz pensar além da estratégia e da tática, não tenho que pensar em capitalismo opressor nem em socialismo burocrata também opressor, ambos assassinos. Não tenho que pensar em responsabilidades nem nas famílias dos mortos. Nestes filmes morrem os anônimos desconhecidos de todo mundo, não há futuro para eles.

O mundo deveria ser fácil assim… pena que não é…

A melhor série que trata do ridículo que é a guerra e a má administração

Minha série favorita que trata do ridículo que é a guerra e a má administração

Temos que lutar e nos responsabilizar pela nossa luta, não existem coisas certas e erradas, apenas a visão e opinião individual e a vontade coletiva de pequenos grupos dominantes. Quem está com o poder normalmente pode tudo, inclusive eliminar sua oposição através de demissões sistemáticas (o mesmo que matar se considerarmos que o modo de sustento de uma pessoa e sua família é seu emprego).

Leio em todos os livros mais recentes de administração que o opositor deve ser ouvido, escutado e o consenso deve ser alcançado para um bem maior, a permanência de uma instituição. Mas o que vejo é chefias despreparadas demitindo todos os seus críticos como se eles fossem ameaças físicas.

Leio nos mesmos livros que deve haver transparência entre administradores e administrados, entre gerência e colaboradores, entre patrões e empregados e só encontro retenção de informação e gente tramando por segredos que poderiam ser melhor resolvidos se houvesse confiança entre todas as partes.

O filme de guerra é mais fácil, o sargento grita: “soldado, vai lá e explode aquela merda toda!”

E o soldado vai lá e explode tudo ou morre deixando o trabalho para o próximo da fila… sem dor, simples e sem encher o saco de ninguém, só diversão, sem blábláblá. 

Exemplo de compromisso entre adminstradores e administrados

Exemplo de compromisso entre adminstradores e administrados

Administração tinha que ser mais simples, sociedade tinha que ser mais simples, sem essa coisa pessoal que andaram enfiando em tudo o que fazemos. Como no filme 300, há o compromisso de vitória ou morte para todos, inclusive seu Rei!

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