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Archive for the ‘Economia’ Category

Já pensou se ainda ganhássemos maçãs?

quer uma maçã?

Não sou economista, mas penso muito sobre o assunto..e isso não me faz mais que um curioso.

Como disse George Bernard Shaw:

“Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã, e nós trocamos as maçãs, então você e eu ainda teremos uma maçã. Mas se você tem uma idéia e eu tenho uma idéia, e nós trocamos essas idéias, então cada um de nós terá duas idéias.”

Gosto dessa frase porque ela demonstra que o capital inerente ao conhecimento e à informação tem mais valor para a sociedade que o capital inerente aos bens de consumo e aos bens duráveis. A troca de informações e a colaboração gerariam mais recursos que a troca ou produção de produtos de consumo ou bens duráveis.

Penso que essa frase define o valor da internet.
A interação entre conhecimentos e saberes permitiria a possibilidade de uma distribuição mais ampliada de renda através da troca de expertises locais e globais e também aumentaria a possibilidade efetiva de ampliação do capital mundial ou PIB.

Esse fenômeno foi demonstrado na bolha da bolsa o final da década de 90 e depois no crescimento constante e “seguro” da NASDAQ na primeira década do séc. XXI.

Percebi que a crise de “credibilidade” americana da última década foi minimizada pela possibilidade de fluxo de informação global neste mundo altamente conectado  que, na verdade, atuou como uma descarga de problemas distribuindo o prejuízo por todas as bolsas de valores e empresas de resseguro do mundo, alcançando e levando essa crise à todas as economias nacionais conectadas de alguma forma com a economia Estadunidense.

Em contrapartida os Países menos atingidos pela crise, foram aqueles que, naquele momento, estavam com seu capital mais ligado à produção de bens de consumo e bens duráveis, como o Brasil por exemplo.

Economia Global

O que eu concluo da relação Internet/Economia da Informação-conhecimento versus Economia tradicional é que a credibilidade sobre o “palpável” é menos abalável que a “credibilidade sobre as ideias trocáveis”.

No entanto, esse capítulo da história nos permitiu perceber que as relações de transparência entre governos em um mundo altamente conectado são fundamentais e que a credibilidade, em um mundo assim, é mais volátil e depende de relações confiáveis e intenções mais honestas e duradouras.

Que venha o mundo novo, mais justo e mais honesto, com informações e governos mais confiáveis!
Uma proposta e uma pergunta pessoal: Vamos trocar ideias ou maçãs?

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Não são apenas palavras...

Não são apenas palavras…

A Renata, postou, hoje, no Facebook o seguinte artigo como incitação ou provocação:

Pesquisa pública, publicação privada texto que achei muito bom e que me fez logo tecer comentários… comentários que teci por lá, mas que penso que também merecerem um post por aqui…

O artigo trata do modelo de publicação científica, que é baseado no modelo do sistema escravagista contemporâneo, você paga, você trabalha de graça e quem recebe são os outros, e você acaba pagando novamente para ter acesso à sua própria criação… e escutamos com as mais belas faces sorridentes e doadoras de que é preciso colaborar e fazer trabalho voluntário… que os ganhos são outros… que dinheiro não é tudo…

Tá bom, dinheiro não é tudo…então me mandem mensagem me pedindo o número da minha conta e me passem todo o dinheiro que eu alivio vocês do fardo!

Cito uma parte do artigo original:
“Esse sistema se revela, além do mais, muito dispendioso para a comunidade científica. O contribuinte financia uma pesquisa que o cientista publicará – muitas vezes à sua custa – em uma revista endossada por uma empresa privada, que outros pesquisadores deverão avaliar gratuitamente e que as universidades deverão, em seguida, comprar a preço de ouro. É possível dizer, com efeito, que a literatura científica custa caro. A metade do orçamento de funcionamento das bibliotecas universitárias vai embora nas assinaturas, o que prejudica imediatamente os estabelecimentos menos ricos e tem repercussões sobre as taxas de matrícula dos estudantes”

Se pensarmos bem, é um sistema que merece uma reforma urgente, pois a sociedade já mudou em parte, pelo menos nas questões do acesso, e a remuneração da informação também precisa ser revista, ou melhor, distribuída.

A outra ponta da discussão é o que teria mais valor:  A fonte ou a distribuição?

Os Agentes, as Editoras e as Gravadoras dizem que é a distribuição… pois eles alcançam o grande público… mas sem uma boa fonte o público deixa de acreditar na distribuição.

Nos tempos de broadcast isso podia ser verdade, e o que a distribuidora levava ao publico era, obrigatoriamente, consumido e transformado em sucesso, por falta de opção e com raras excessões pelo valor intrinseco à fonte.

O Monopólio da distribuição dizia o que seria consumido pela sociedade e, com o tempo, essas distribuidoras passaram a se exceder na escolha do que era levado ao público gerando enorme insatisfação sem que gerasse uma real redução de consumo. Aprendemos a reclamar e a continuar pagando…

Ocorreu perda de credibidade, aliás credibilidade é a crise do início deste milênio não é?

Nos tempos de internet a lógica mudou…
A fonte e a distribuição passaram a trabalhar de igual para igual, pois o volume de distribuidores e de fontes cresceu assustadoramente e continua crescendo, já que TODOS passaram a ter esse poder de criar e de distribuir.

Se não tenho boas fontes e se distribuo qualquer coisa, não tenho credibilidade. Se não tenho boas relações e se não produzo algo de novo e de interesse ou que contribua com nicho que vivo e participo não vai adiantar ter ótimos distribuidores.

Penso que atualmente os dois, distribuidor e fonte se igualaram e merecem remunerações equivalentes ou iguais.

Não bastam mais as relações economicas que foram criadas no modelo capitalista ou pelo modelo “anti-capitalista”. Muita coisa vai ter que ser estudada e um novo modelo precisa ser proposto e instituido.

A briga é feia, e muito pessoal… colabora aí para que eu ganhe um pouco mais de credibilidade? Comente!

 

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Hoje, ao chegarem as estatísticas deste blog oferecidas pelos duendes do WordPress, me dei conta de que postei muito pouco por aqui em 2012. No entanto, tendo apenas 4 postagens durante o ano fui visitado cerca de 11mil vezes… mas não me iludo, obviamente mais da metade disso devem ser originárias de robôs de busca e tentativa de spam…

Mas senti isso como um alerta, tenho usado demais o Facebook e postado muito mais por lá do que por aqui.

A minha atitude com meus blogs talvez demonstrem alguma coisa importante…

Um blogueiro não tem satisfação em apenas publicar, ele precisa do comentário, da crítica e do debate. Bom… pelo que tenho visto, da crítica não, e o debate também só serve se o blogueiro for elogiadíssimo e for um debate de quem acha mais coisas geniais na escrita do blogueiro… mas posso estar enganado.

Eu não sou assim… preciso do comentário, da crítica e do debate. Eu provoco… eu gosto de receber retorno nas minhas provocações.

O que eu percebi neste último período é que o Facebook me dá resposta mais imediata, e lá eu posso caçar outros para perturbar e gerar discussões acaloradas.

Nos últimos 8 anos que tenho blogado e postado na rede, passei por diversos serviços de blog e por redes diferentes, participo de vários grupos de discussão, listas de e-mail e redes pessoais. Criei muitas redes de aprendizagem com meus alunos em muitos serviços que me deixaram na mão com o tempo. Serviços ótimos que foram descontinuados e me fizeram perder histórico de portifólio e discussões interessantíssimas (pelo menos para mim…).

Minha primeira perda significativa, e decepção, foi com o Ning, que deixou de ser gratuito e me obrigou a fechar 3 comunidades que eu tinha lá, a mais usada com meus alunos era a  “Cibercultura, Midias Locais e Mídias Globais” que eu usei no curso de comunicação para lecionar duas disciplinas que exigiam prática e contato com a rede e com as suas possibilidades para a comunicação, publicidade e propaganda. Outra comunidade que perdi foi a que criei com a dona da Escola Doce Infância, onde minhas crianças estudavam, essa comunidade Ning mantinha um registro de produção das crianças em sua aprendizagem e ao deixar de ser gratuita, perdeu muitos recursos que para serem adicionados à rede tiveram custos proibitivos e finalmente a terceira perda, se não a maior, foi a comunidade Ning que criei para a minha pesquisa de mestrado, foi uma comunidade intitulada Radio Jovempam – da Escola Municipal Professor Amilcar Martins (EMPAM – BH) era uma comunidade que serviu para armazenar os podcasts dos jovens que participaram comigo da pesquisa. Com a mudança de política do NING eu ainda paguei o primeiro ano mas eles foram restringindo o espaço e retiraram as features de vídeo e audio que eram as únicas que me interessavam na rede.

Assim, perdi 5 anos de trabalho na rede e de um portifólio rico e diversificado de trabalho educacional na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Superior.

Depois, este ano, fechou o Multiply, este era meu blog mais antigo que tive que migrar para o blogspot, mas perdi a rede de amigos que frequentavam e me davam audiência e assunto para discussão. Os dados foram preservados mas as relações se perderam, o que perdi em todas elas foi principalmente minhas conexões ligadas por algum interesse comum.

Hoje o Facebook está na moda, tenho postado muito por lá, mas não sei até quando o serviço existirá, nem se o histórico da minha timeline será preservado…Penso que em comparação com os serviços originais e gratuitos do Ning o Facebook não chega aos pés, e com o formato de interação do Multiply tb deixa muito a desejar. O facebook é fastfood… postagens curtas, discussões efêmeras, temporárias. Assim também são as relações no FB.

Bloqueia-se, limita-se e perdem-se contatos por meras e frívolas discordâncias.

Mas no dia que outro serviço tomar o lugar do FB, tudo estará perdido novamente… outro fim de mundo.

A rede tem que mudar, os serviços não podem depender de uma empresa ou de uma determinada pessoa.  Os espaços individuais precisam se tornar serviços e as redes precisam ser pessoais, não mais um espaço de uma empresa que ganha com a nossa presença, com custos e necessidades de ganhos de capital.

Redes de Colaboração P2P

Redes P2P

Como antigamente, que as redes eram feitas e registradas por cartas, que eram guardadas por pessoas em suas casas, a nova rede eletrônica deverá ser seus custos shareados por governos e pessoas que guardarão seus próprios dados e os divulgarão e debaterão com quem acharem que forme a sua rede. Sem centralizações ou controle. Controle individual e trabalho de wiki, custos divididos e ganhos divididos. Tudo isso em uma rede P2P onde controle será seu e não dos outros…

Hora também de começar a pensar na remuneração da colaboração de todos e não apenas centralizar e lucrar com a participação de pessoas em seus espaços que serão fechados por falta de uso ou por falta de ganhos financeiros. Penso que o tempo da audiência acabou, agora é o tempo da participação no todo, no bolo… todos contribuem e todos ganham e ninguém mais ficará assistindo.

Sempre foi e sempre será uma coisa pessoal, é você quem é o maior interessado no que diz e é você quem tem que cuidar do que publica e receber por isso.

Abraços e feliz mundo novo!

Rodrigo

 

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Não sou filósofo, nem vou discorrer aqui sobre significados do termo, outros já fizeram isso melhor que eu e você pode encontrar no pai dos burros online Wikicionário ou procurar um filósofo que o ajude…

Meu tema aqui hoje é basicamente marketing… sucesso ou fracasso profissional/empresarial.

Começarei com uma premissa errada: “O povo é burro mesmo” não sabe dar valor às melhores coisas que aparecem. Apenas uns poucos conseguem dar valor ao que essa empresa(pessoa ou produto) oferecem!

Pensador de Rodin...

Ao mesmo tempo os cases de sucesso são completas e totais falácias e quase nunca descrevem o verdadeiro motivo do sucesso (tenho razões para acreditar que, ou eles não sabem o motivo, ou não querem dizer).

Tenho diversos exemplos básicos, alguns ocorreram bem perto de mim ou até comigo mesmo…

Tive um cliente que trouxe para o Brasil um produto inovador em 1996, uma balança eletrônica que era o “bicho” de avançada, media massa gorda, massa magra, peso ideal… e o cliente não conseguiu vencer a balança tradicional, mesmo em um grande centro como o Rio de Janeiro. O cara era bom vendedor, dedicado ao produto e fez um trabalho de base muito bom.  Mas não deu certo na época. Ele dizia que era como se ele estivesse vendendo Eisbein no pé do São Carlos.

Se fosse joelho de porco com repolho estragado ele vendia como água… mas Eisbein, necas de pitibiribas! Povo burro, dizia ele…

Já estive apresentando trabalhos com características de inovação que desenvolvi e o cliente não aceitou, preferiu as opções “careta-formulinha”. Já desenvolvi um projeto e apresentei uma proposta muito avançada sobre supermercado online que estão na gaveta por não ter investidor.

(se, você, leitor, tiver hum milhão de reais, que pode ser investido em 12 parcelas mensais, e deseja desenvolver um empreendimento online de compra e venda de produtos de supermercado completamente inovador fale comigo que o projeto está pronto e só precisa de capital para implementação)

Na época, 1997, o gerente de informática de um supermercado que toparia realizar o investimento, disse que fazer a coisa em LINUX seria um absurdo… que não seria possível desenvolver e que ele só aceitaria se fosse em outro sistema operacional mais conhecido… hoje linux é o que é… muito melhor e muito mais seguro, mas… inovador é sempre uma coisa para quem tem coragem e não para quem vive à sombra de cópias…

Um carro de conceito, por exemplo,  é uma parafernália que nunca funcionou nem nunca vai funcionar, feito para que o público (leia-se trouxas) acredite que, ao comprar o carro velho de projeto ultrapassado e inseguro, que está aí nas lojas, ele está comprando o sonho do futuro e a tecnologia de ponta…

Mas voltemos ao caso da extemporaneidade e do marketing…

Recentemente presenciei um caso em uma escola. Uma escola pequena, com uma proposta extemporânea, menos de 14 crianças por turma, muita liberdade, muita provocação para o estímulo da aprendizagem, trabalho por projetos, liberdade de expressão, participação (solicitada e aceita) dos pais, viagens riquìssimas em conteúdo e forma, professores competentes, dedicados, propostas de uso de computador e internet em sala de aula, produção de conhecimento por parte da criança que descobre e faz, atendimento individualizado, avaliação individualizada, crianças ricas em conteúdo e materialmente, todas bem apoiadas pelos pais. Em uma casa espaçosa e confortável. Tudo para dar certo…

A concorrência tem 40 alunos por turma, não permitem o aluno se expressar, cheios de regras rígidas de comportamento, intervalos de recreio  exíguos (afinal eles estão lá para aprender), os professores “dão matéria”, o sistema é de produção/fábrica de aluno e a escola ainda diz que é a melhor… todos dizem… o problema, para mim, é o povo acreditar.

Neste lugar em que vivo, planeta terra, o povo já gosta de uma picaretagem… você apresenta uma proposta inovadora, demonstra que ela dá certo, mas o povo prefere as promessas encantadoras… seu filho vai passar no vestibular! Por mágica… aliás… como se passar no vestibular hoje em dia fosse algo ainda impossível como era há 30 anos atrás…

Mas na fantasia dos pais ainda é. E o picareta se utiliza das fantasias que estão em nossas mentes para nos atrair e nos roubar.

Sim, roubar… pois educação é uma coisa muito séria. A escola que estimula o aluno a ser rebanho está roubando a chance do aluno de mudar sua condição social e de crescer economicamente. Rouba a oportunidade de transformar a criança em um ser melhor e rouba a oportunidade da sociedade se tornar melhor.

Para quê?

Para manter as pessoas em seus lugares e a picaretagem poder continuar em todos os níveis… da vizinhança à política.

Mas retornando ao marketing… a escola é maravilhosa sim, inovadora sim, e o marketing dirá que a proposta é para um nicho que não existe neste lugar (entenda lugar como local físico, como época/espaço-tempo e como agrupamento de pessoas que ocupa o lugar).

Se você quer sucesso de marketing pegue seu produto/serviço maravilhoso e inovador, coloque nele uma cara de picaretagem, que o cliente perceba que é o que ele considera valor para as massas, apresente seu produto inovador como se ele fosse banal e igual a todos, crie historinhas de sucesso e mitos em volta do seu produto/serviço, estimule a cobiça e a inveja de todos com tratamentos diferenciados para clientes vip, alimente seu orgulho pessoal e se posicione como doador  e espere seus cofres encherem.

O mundo não está pronto para aceitar idéias inovadoras. Ninguém quer nada novo. Só se deseja o que o outro tem… mesmo sem saber o que é nem para que serve.

A propósito… os grandes artistas, filósofos, cientistas foram extemporâneos. Quase todos só foram reconhecidos após sua morte.

Cases de sucesso são grandes mentiras escritas de forma bonitinha para pegar trouxas. O que funciona em marketing é o fazer igual… quem faz diferente é crucificado.

Cases de sucesso?

 

 

 

 

 

 

 

 

O povo é burro mesmo… e mais burro ainda é quem não faz apenas o que o povo quer.

Lamento, mas é a lei do menor esforço e do maior lucro… se você quer algo diferente disso, junte-se a mim e construamos um nicho de pessoas extemporâneas que desejam um mundo mais justo e um marketing mais verdadeiro como no manifesto Cluetrain.

Abraços

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Somewere...

Aqui em casa ontem, logo depois que a empregada pediu demissão apareceu um arco-íris duplo que fotografei… não sei se isso significa alguma coisa, mas na hora que atribuímos alguma ligação entre as coisas passa a valer o significado, não é?

Chuva e mortes na TV.

Comparam-se as chuvas na região serrana do Rio de Janeiro com o terremoro no Haiti. Comparação pobre e tão óbvia que eles colocaram as notícias em sequência ontem no BANDNEWS…

Políticos aparecem, mentindo descaradamente, com declarações do tipo “essa é a pior chuva de todos os tempos” sem que haja comparação ou dados que corroborem a informação… ou do tipo “Nenhuma cidade aguentaria uma chuva destas”, tirando o corpo fora da responsabilidade de ter feito obras para antecipar um problema que ocorre todos os anos ou de não ter fiscalizado as construções irregulares em locais não recomendáveis por causa das encostas e margem de rios… ano passado foi igual em Angra, alguém se lembra?

Os jornalistas fazem descrições banais das cenas apresentadas “Aqui uma garagem cheia de lama e pessoas limpando a garagem, ao lado mais lama, alí um prédio que desabou”, pelamordeDeus, esses caras foram formados aonde?????? São ficcionistas paupérrimos! E jornalistas incompetentes…

Nenhuma informação coletada, nada significativo, mera descrição das cenas que todos estão vendo. Cadê o contexto? Cadê a crítica? Cadê a denúncia? Isso é o “novo” jornalismo?

Do helicóptero uma jornalista filma pessoas acenando para o aparelho e comenta “- Pessoas desesperadas pedem auxílio acenando para o helicóptero”.

Ooh, Dude, your fuck imagination sucks!

A fatalidade não é a chuva… a fatalidade está em duas situações originárias: (1) má formação do jornalista e a pior (2) safadeza político-administrativa.

Completo a fatalidade com mais 2 interesses imediatos ligados às situações: (1a) o lado “financista” das mídias que precisam vender anúncios e apoio político e (2a) Poder Político que aparece como salvador da contingência que é, por fim, resultado da ingerência.

(isso me lembrou a máfia… “-paga que nós vamos te proteger… de quem? de nós mesmos ora!)
Vítima: o povo que morreu ou ficou desabrigado e suas famílias.

Como sempre né?

As instituições que deveriam defender os direitos e interesses do povo se omitem e colaboram para a desgraça. Não se posicionam, não cobram de quem deve ser cobrado, não acionam os mecanismos legais e tratam da situação comodamente como se fosse um terremoto, uma catástrofe natural…

Se alguém quiser acreditar que chuva, que acontece todo ano no mesmo lugar e que causa transtornos iguais de ano para ano, é uma catástrofe comparável a um terremoto de grandes proporções que acredite…azar… mas até para terremoto existe tecnologia que pode ser aplicada em obra pública para proteger os cidadãos (veja exemplos em Los Angeles e Tóquio – )

Eu prefiro olhar para o meu arco-íris e acreditar que ele é uma mensagem divina de que eu fiquei livre de uma péssima empregada e que dias melhores virão!

Eu sou um iludido mesmo…

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Penso que é preciso acabar com essa cultura do elogio e da ofensa. O elogio virou coisa banal e barata e, nessa onda, tudo o que não é elogio se tornou ofensa.

Cadê o espaço para a crítica? Cadê o espaço para o debate?

Sem crítica não há melhora, e sem esse papo de que criticar é fácil… né não, criticar é parte do desejo de melhorar, de receber valor pelo que foi pago. Coisa que não adianta processo e,  se você simplesmente não criticar e for embora chegará o dia no qual não haverão mais lugares para ir… e a economia quebra.

Como tem muita coisa para falar de uma semana de viagem e o assunto parece que não se esgotará, retorno aos problemas turísticos de BH.

Depois que postei o “O turista que se foda I – Belo Horizonte” recebi dezenas de e-mails com mais reclamações sobre BH e o trato da cidade com o turista e pelo andar da carruagem , mesmo eu sendo apenas um “turista acidental” ou “turista passante” parece que estou me tornando porta voz de mais críticas.

A primeira e mais forte reclamação que recebi, e que já vivenciei por lá, foi a questão do Taxi… em Belo Horizonte os taxis ficam parados, simplesmente não circulam.

Se você, turista, estiver no sufoco da noite, cansado ou bêbado, e não tiver um telefone de ponto de taxi será impossível retornar ao Hotel ou onde quer que você esteja hospedado.

Taxis que não circulam

Taxis que não circulam

Eles simplesmente não circulam… aí você fica a mercê de andar na noite ou por lugares desconhecidos até encontrar um ponto de taxi.

Esse é um dos exemplos de economia porca… não quer gastar com gasolina não tenha taxi… mas imagino que o Serviço de Taxi não seja um serviço se você não pode dispor dele a qualquer hora do dia (ou da noite) em qualquer lugar da cidade.

E a fila do taxi na rodoviária? A coisa mais lenta e desorganizada que já vi!

Outro problema está na cultura de serviço dos restaurantes da capital mineira: Você entra, senta-se e o garçon só traz a bebida quando trouxer a comida!

Quer beber? Faz o pedido e espera!

Quer beber? Faz o pedido e espera!

E você fica com sede e não tem o que fazer para resolver o problema, pois uma vez anotado o pedido ele desaparece e é incapaz de retornar à mesa a menos que ele esteja com seu pedido na mão… o pior:

…depois ele não retorna à sua mesa se você não terminar de comer…

Parece que ele não pode gastar o sapato dele ou os músculos para vender apenas um refrigerante né?

Não quero ensinar ninguém a trabalhar… penso que quem não trabalha direito tem que fechar mesmo. Mas, quando vejo que o problema é sistêmico sinto que é preciso que haja algum trabalho de reeducação ou investimento em retreinamento de garçons e de atendimento, coisa institucional. É preciso gerar empregos e prestar serviços de qualidade pô!

Isso é muito sério… o turista chega no restaurante com sede, a bebida deve ser servida imediatamente e mais… o garçon deve ficar atento ao cliente sem que o importune na mesa.

É comum termos o garçon que faz excesso de atenção enchendo o saco de quem está na mesa…

Pecam por falta ou por excesso!

Justiça seja feita conheço 2 restaurantes que realmente tem um atendimento tradicional e de qualidade naquela cidade: O “Taste Vin” e o “Dona Derna” nestes lugares eles sabem receber bem e fazem pratos dignos de nota.

A pedidos… continuarei com a temática, mas no próximo post falarei sobre as viagens aéreas econômicas no Brasil.

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Você é sempre avaliado pelo gosto do avaliador...

Sempre somos avaliados...

Sempre somos avaliados, não importa o que façamos: o julgamento será sobre nós apenas com base, exclusivamente, em se quem está nos avaliando gosta ou não gosta da gente… sem essa balela de critérios bem definidos, coisa nenhuma. Você pode ser querido pelos seus subalternos, ser extremamente eficiente, amoroso, atencioso e se quem te avaliar não gostar de você, tás ferrado!

Sistematizei em uma planília algumas possíves situações que nos envolvemos diariamente no trabalho, em casa, em família ou com os colegas, obviamente sem querer (ou poder) esgotar o assunto… apenas como ilustração desta percepção das questões pessoais.

Minha intenção não é julgar ninguém, apenas gerar um pouco de humor sobre uma questão de máxima importância em nossas vidas. O fato é que você gostará ou não, comentará positivamente ou negativamente sobre este post se você gosta ou não de mim… mais pessoal impossível não acha?

Situação Gerente
gosta de você não gosta de você
Você emite sua opinião Ele é Participativo e Colaborador Ele é Abusado e Indisciplinado
Você faz o seu trabalho Ele cumpre com suas obrigações Só faz o que mandam
Você não emite sua opinião Ele é reservado e se limita às ações Ele é omisso e não participa em nada
Você não faz o seu trabalho Ele está com problemas pessoais e vai melhorar Incompetente, ninguém pode contar com ele
Discorda do outro Ele tem opinião própria e excelente crítica Ele é Abusado e Indisciplinado
Cumpriu o Prazo Eficiente e Eficaz Não fez mais que a obrigação
Não Cumpriu o Prazo Precisa de mais tempo Inútil, nunca termina as coisas no prazo
Você pede uma opinião Sabe escutar críticas e sabe ser orientado e ajudado É dependente, sem iniciativa e fraco
Telefona no aniversário Atencioso e Gentil Puxa-saco
Não telefona no aniversário Ele não tem que lembrar disso, deve estar atarefado Nem ligar no meu aniversário ele liga, inútil
Concorda com o outro Consencioso, positivo Sem opinião própria e puxa-saco
Dá um presente Atencioso e Gentil Puxa-saco
Não dá um presente Ele não tem que fazer isso Nunca me deu nada!
Se altera numa discussão Tem opinião forte e é decidido em seus argumentos Grosso, Abusado e Indisciplinado
Não se altera numa discussão Equilibrado Fraco
Recebe uma grana Ele merece! Inútil sortudo!
Tem dívidas Preciso arrumar um jeito de estimulá-lo no trabalho para que ele ganhe mais Vou colocar ele na Rua antes que ele comece a prejudicar a empresa
Situação Colega de trabalho
gosta de você não gosta de você
Você emite sua opinião Ele é Participativo e Colaborador Ele é chato e presunçoso
Você faz o seu trabalho Sempre consegue terminar o que se propõe Puxa-saco metidinho
Você não emite sua opinião Ele é cauteloso, bom trabalhar com ele Ele é tão presunçoso que nem se mete nos assuntos do trabalho
Você não faz o seu trabalho Ele tá precisando de ajuda, vou lá dar uma mão O inútil nunca cumpre os prazos!
Discorda do outro Ele sempre traz uma boa crítica Tá querendo me derrubar, se acha o dono da verdade!
Cumpriu o Prazo É um exemplo para mim Puxa-saco metidinho
Não Cumpriu o Prazo Precisa de mais tempo, vou ajudar hehehe, agora ele se ferra!
Você pede uma opinião Ele é sempre consensual e não faz nada sem a opinião dos outros É fraco e sem opinião
Telefona no aniversário Atencioso e Gentil Ele tá me aprontando alguma.
Não telefona no aniversário Deve estar atarefado Ele tá me aprontando alguma.
Concorda com o outro Consencioso, positivo Ele tá me aprontando alguma.
Dá um presente Atencioso e Gentil Ele tá me aprontando alguma.
Não dá um presente Ele não tem que fazer isso Nunca me deu nada!
Se altera numa discussão É engraçado como ele defende suas opiniões É um grosso, me ofendeu…
Não se altera numa discussão Equilibrado Fraco, deve estar me aprontando alguma
Recebe uma grana Ele merece Verme sortudo!
Tem dívidas Se eu puder ajudar… Lá vem ele, aposto que vai me pedir dinheiro emprestado
Situação Familiar
gosta de você não gosta de você
Você emite sua opinião Ele é legal Ele é metido e arrogante
Você faz o seu trabalho Faz tudo o que é preciso Só faz a obrigação
Você não emite sua opinião Ele é quietão e não se mete em encrencas O metido se isenta das questões mais importantes, tá acima de todos. Babaca!
Você não faz o seu trabalho Está numa fase difícil, precisa de ajuda. Inútil, tá de novo enrolando todo mundo
Discorda do outro Ele é polêmico e divertido Cara chato, nunca concorda com nada!
Cumpriu o Prazo Sempre posso contar com ele Não fez mais que a obrigação
Não Cumpriu o Prazo Sem problemas depois vc termina Ninguém pode contar com ele quando precisa
Você pede uma opinião Cara bom de conversa! Enche o saco e sempre pede ajuda!
Telefona no aniversário Atencioso e Gentil Eu heim… Que é que ele tá querendo?
Não telefona no aniversário Deve estar atarefado Nem ligar no aniversário o inútil faz…
Concorda com o outro Gente boa, é muito legal Eu heim… Que é que ele tá querendo?
Dá um presente Atencioso e Gentil Eu heim… Que é que ele tá querendo?
Não dá um presente Ele não tem que fazer isso Nunca me deu nada!
Se altera numa discussão Polêmico e interessante Um grosso, fala alto demais quando discordam dele
Não se altera numa discussão Na dele, gente que não faz mal a uma mosca Calado daquele jeito, deve tá aprontando alguma!
Recebe uma grana Ele merece Sujeito que nasceu com a Lua no rabo!
Tem dívidas Se eu puder ajudar… Lá vem ele, aposto que vai me pedir dinheiro emprestado
Situação Mulher
gosta de você não gosta de você
Você emite sua opinião Ele é ativo e opina em tudo o que eu faço Ele é controlador e me sufoca
Você faz o seu trabalho Ele é trabalhador e dedicado Ele só pensa no trabalho, não me dá atenção
Você não emite sua opinião Ele me deixa livre para escolher e decidir Ele não presta atenção nos meus problemas, não se comunica comigo
Você não faz o seu trabalho Tem problema não, depois você faz Inútil, nunca faz nada que eu peço
Discorda do outro Sempre acrescenta, cresço com ele Nunca me entendo com ele
Cumpriu o Prazo É um querido, já acabou? Precisava correr não Não fez mais que a obrigação
Não Cumpriu o Prazo Tem problema não, depois você faz Nunca termina nada…
Você pede uma opinião Eu e ele decidimos tudo juntos Quando a coisa aperta ele vem correndo pedir ajuda!
Telefona no aniversário Um amor de marido, faz tudo por uma gentileza Tá… Depois nos falamos
Não telefona no aniversário Deve estar me preparando uma surpresa Espero que ele não esteja me preparando uma daquelas babaquices de surpresa…
Concorda com o outro Um amor, concordamos em tudo Eu estou certa mesmo…
Dá um presente Hum… A noite eu retribuo Tá… Depois nos falamos
Não dá um presente Hum… Mas vem cá que eu quero te dar uma coisa No divórcio ele vai me dar tudo…
Se altera numa discussão Hum… Adoro quando vc se altera…vem cá meu grosso! É um estúpido e grosso, não me respeita
Não se altera numa discussão Hum… Ficou quieto, vem cá meu anjinho… Fracassado! Nem discutir consegue!
Recebe uma grana Hum… Vamos aproveitar a nossa sorte e comemorar em alto estilo Arrumou isso onde? Esquisito…
Tem dívidas Meu bem, isso acontece com todo mundo, vamos sair dessa juntos Gastou isso tudo com o quê? Agora vamos perder tudo o que temos…
Situação Gerente
gosta de você não gosta de você
Você emite sua opinião Ele é Participativo e Colaborador Ele é Abusado e Indisciplinado
Você faz o seu trabalho Ele cumpre com suas obrigações Só faz o que mandam
Você não emite sua opinião Ele é reservado e se limita às ações Ele é omisso e não participa em nada
Você não faz o seu trabalho Ele está com problemas pessoais e vai melhorar Incompetente, ninguém pode contar com ele
Discorda do outro Ele tem opinião própria e excelente crítica Ele é Abusado e Indisciplinado
Cumpriu o Prazo Eficiente e Eficaz Não fez mais que a obrigação
Não Cumpriu o Prazo Precisa de mais tempo Inútil, nunca termina as coisas no prazo
Você pede uma opinião Sabe escutar críticas e sabe ser orientado e ajudado É dependente, sem iniciativa e fraco
Telefona no aniversário Atencioso e Gentil Puxa-saco
Não telefona no aniversário Ele não tem que lembrar disso, deve estar atarefado Nem ligar no meu aniversário ele liga, inútil
Concorda com o outro Consencioso, positivo Sem opinião própria e puxa-saco
Dá um presente Atencioso e Gentil Puxa-saco
Não dá um presente Ele não tem que fazer isso Nunca me deu nada!
Se altera numa discussão Tem opinião forte e é decidido em seus argumentos Grosso, Abusado e Indisciplinado
Não se altera numa discussão Equilibrado Fraco
Recebe uma grana Ele merece! Inútil sortudo!
Tem dívidas Preciso arrumar um jeito de estimulá-lo no trabalho para que ele ganhe mais Vou colocar ele na Rua antes que ele comece a prejudicar a empresa
Situação Colega de trabalho
gosta de você não gosta de você
Você emite sua opinião Ele é Participativo e Colaborador Ele é chato e presunçoso
Você faz o seu trabalho Sempre consegue terminar o que se propõe Puxa-saco metidinho
Você não emite sua opinião Ele é cauteloso, bom trabalhar com ele Ele é tão presunçoso que nem se mete nos assuntos do trabalho
Você não faz o seu trabalho Ele tá precisando de ajuda, vou lá dar uma mão O inútil nunca cumpre os prazos!
Discorda do outro Ele sempre traz uma boa crítica Tá querendo me derrubar, se acha o dono da verdade!
Cumpriu o Prazo É um exemplo para mim Puxa-saco metidinho
Não Cumpriu o Prazo Precisa de mais tempo, vou ajudar hehehe, agora ele se ferra!
Você pede uma opinião Ele é sempre consensual e não faz nada sem a opinião dos outros É fraco e sem opinião
Telefona no aniversário Atencioso e Gentil Ele tá me aprontando alguma.
Não telefona no aniversário Deve estar atarefado Ele tá me aprontando alguma.
Concorda com o outro Consencioso, positivo Ele tá me aprontando alguma.
Dá um presente Atencioso e Gentil Ele tá me aprontando alguma.
Não dá um presente Ele não tem que fazer isso Nunca me deu nada!
Se altera numa discussão É engraçado como ele defende suas opiniões É um grosso, me ofendeu…
Não se altera numa discussão Equilibrado Fraco, deve estar me aprontando alguma
Recebe uma grana Ele merece Verme sortudo!
Tem dívidas Se eu puder ajudar… Lá vem ele, aposto que vai me pedir dinheiro emprestado
Situação Familiar
gosta de você não gosta de você
Você emite sua opinião Ele é legal Ele é metido e arrogante
Você faz o seu trabalho Faz tudo o que é preciso Só faz a obrigação
Você não emite sua opinião Ele é quietão e não se mete em encrencas O metido se isenta das questões mais importantes, tá acima de todos. Babaca!
Você não faz o seu trabalho Está numa fase difícil, precisa de ajuda. Inútil, tá de novo enrolando todo mundo
Discorda do outro Ele é polêmico e divertido Cara chato, nunca concorda com nada!
Cumpriu o Prazo Sempre posso contar com ele Não fez mais que a obrigação
Não Cumpriu o Prazo Sem problemas depois vc termina Ninguém pode contar com ele quando precisa
Você pede uma opinião Cara bom de conversa! Enche o saco e sempre pede ajuda!
Telefona no aniversário Atencioso e Gentil Eu heim… Que é que ele tá querendo?
Não telefona no aniversário Deve estar atarefado Nem ligar no aniversário o inútil faz…
Concorda com o outro Gente boa, é muito legal Eu heim… Que é que ele tá querendo?
Dá um presente Atencioso e Gentil Eu heim… Que é que ele tá querendo?
Não dá um presente Ele não tem que fazer isso Nunca me deu nada!
Se altera numa discussão Polêmico e interessante Um grosso, fala alto demais quando discordam dele
Não se altera numa discussão Na dele, gente que não faz mal a uma mosca Calado daquele jeito, deve tá aprontando alguma!
Recebe uma grana Ele merece Sujeito que nasceu com a Lua no rabo!
Tem dívidas Se eu puder ajudar… Lá vem ele, aposto que vai me pedir dinheiro emprestado
Situação Mulher
gosta de você não gosta de você
Você emite sua opinião Ele é ativo e opina em tudo o que eu faço Ele é controlador e me sufoca
Você faz o seu trabalho Ele é trabalhador e dedicado Ele só pensa no trabalho, não me dá atenção
Você não emite sua opinião Ele me deixa livre para escolher e decidir Ele não presta atenção nos meus problemas, não se comunica comigo
Você não faz o seu trabalho Tem problema não, depois você faz Inútil, nunca faz nada que eu peço
Discorda do outro Sempre acrescenta, cresço com ele Nunca me entendo com ele
Cumpriu o Prazo É um querido, já acabou? Precisava correr não Não fez mais que a obrigação
Não Cumpriu o Prazo Tem problema não, depois você faz Nunca termina nada…
Você pede uma opinião Eu e ele decidimos tudo juntos Quando a coisa aperta ele vem correndo pedir ajuda!
Telefona no aniversário Um amor de marido, faz tudo por uma gentileza Tá… Depois nos falamos
Não telefona no aniversário Deve estar me preparando uma surpresa Espero que ele não esteja me preparando uma daquelas babaquices de surpresa…
Concorda com o outro Um amor, concordamos em tudo Eu estou certa mesmo…
Dá um presente Hum… A noite eu retribuo Tá… Depois nos falamos
Não dá um presente Hum… Mas vem cá que eu quero te dar uma coisa No divórcio ele vai me dar tudo…
Se altera numa discussão Hum… Adoro quando vc se altera…vem cá meu grosso! É um estúpido e grosso, não me respeita
Não se altera numa discussão Hum… Ficou quieto, vem cá meu anjinho… Fracassado! Nem discutir consegue!
Recebe uma grana Hum… Vamos aproveitar a nossa sorte e comemorar em alto estilo Arrumou isso onde? Esquisito…
Tem dívidas Meu bem, isso acontece com todo mundo, vamos sair dessa juntos Gastou isso tudo com o quê? Agora vamos perder tudo o que temos…

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