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Archive for the ‘Coisas pessoais’ Category

Não sou da área de recursos humanos, mas costumo contratar e pensar no assunto.

Há dois anos tenho participado mais da contratação na minha empresa. Na seleção de currículos e nas entrevistas. Como a minha empresa é pequena, muitas vezes contratar passa a ser uma questão pessoal, próxima.

O que percebo é que o desespero para conquistar uma vaga de trabalho é tanto que o candidato deixa de observar certas coisas…

Não é qualquer vaga de trabalho que serve. Não é qualquer empregador nem qualquer condição. Você tem que ter um mínimo de amor próprio e compostura!

Para começar, quando eu peço currículos para uma determinada função, por exemplo, função específica, serviços gerais ou camareira, eu, mesmo compreendendo que o Brasil está complexo, jamais vou contratar alguém formado, com curso superior, para a vaga. Nem tão pouco contratarei pessoas que não percebem as sutilezas da função ou gente que não consegue preencher um relatório mínimo.

Na hora da entrevista, o que eu quero saber?

Se a pessoa tem disposição e vontade para o cargo que vai ocupar e se a pessoa tem disponibilidade para emergências, para horas extras caso seja necessário… se a pessoa é bem humorada e se ela vai abracar o trabalho com garra e vontade e se a pessoa sabe relatar um problema e busca soluções.

Fica difícil em uma entrevista, você contratar desesperados, que chegam dizendo que fazem qualquer coisa, que precisam demais do emprego.

O desespero impede que a pessoa pense, claramente, que tipo de trabalho vai abraçar e se dará mesmo conta, ou não, dele.

Normalmente, aquele que diz que faz qualquer coisa acaba por não querer continuar o trabalho ou pior, acaba por gerar problemas no ambiente de trabalho pois vai reclamar sua insatisfação aos quatro cantos… insatisfação que, muitas vezes, não se relaciona com o empregador, mas com a própria condição escolhida pelo empregado.

Nenhuma vaga para emprego é para “quem topa fazer qualquer coisa”.

Existem limites, e esses limites quem tem que saber não é o contratante, mas o candidato. Esse não pode acreditar que vai entrar em um lugar para uma função de, digamos, “consertos e manutenção” (nenhum caso específico) e de lá vai atuar na cozinha criando pratos internacionais… este sequer vai ser escutado… se quer trabalho na cozinha, diga que quer trabalho na cozinha… mas não peça para trabalhar na manutenção que é certo que você não vai chegar lá.

Acontece? sim, raríssimas exceções…

Quer um conselho?

Pergunte antes o que querem de você, o que é que você vai fazer, que empresa é aquela e quais são as suas oportunidades futuras naquela empresa!

Algumas funções são mais amplas sim, principalmente em hotelaria, que é o meu ramo atual.

Essas vagas, muitas vezes são indefinidas em termos de cargos, mas não são para fazer qualquer coisa…tem muita coisa prá fazer em hotelaria, muita coisa que ainda nem foi explorada ou percebida. Esse tipo de vaga também exige que o candidato seja mais bem formado. Quando falo em “bem formado” não estou me referindo à cursos superiores ou MBA´s ou mestrados, mas à sua formação pessoal geral, sua cultura e conhecimentos gerais. Cargos com funções mais amplas exigem que você saiba se colocar e se enquadrar buscando os espaços de desenvolvimento na empresa (e para a empresa). Exigem que você encontre as oportunidades.

Oportunidade muitas vezes começa com um pequeno passo, mas pode levar por um longo caminho a um objetivo bem satisfatório. Enxergar as boas oportunidades de longo prazo é uma habilidade fundamental para esse tipo de cargo de função mais ampla e indefinida.

Experimentar e ter experiência são dois outros fatores importantes.

Entender que “o novo” tem que ser experimentado, ajustado, experimentado novamente e ajustado até que dê certo é fundamental. Ter a experiência de que é experimentando que se consegue resolver um problema faz parte… Não estou falando daquela experiência profissional que rotulam na sua cabeça com “ele sabe de tudo” ou “ele tem a manha”.

Penso que a pior coisa do mundo é aquele empregado ( sócio, contratado ou colaborador ) que começa com “isso não vai dar certo, pois já vi que fizeram isso e não deu certo”. Ora… não quero saber se deu certo ou não, eu quero é que encontremos a solução para que isso dê certo e vamos tentar, experimentar e descobrir o que fazer para dar certo.

Trabalho é que nem casamento: todo dia você decide se para ou continua, todo dia tem que valer a pena e todo dia tem problema para resolver… ou você se interessa pela solução do problema ou cai fora.

E, cá entre nós, toda vez que você cai fora de um problema ele não deixa de existir… apenas ele te grita para que você perceba a sua incapacidade de tentar resolver.

 

 

 

 

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No meio dos meus 53 anos de vida eu percebi que ele existe, o Oxigênio,, e descobri mais ainda: ele, quando falta é, de fato, um problema!

Respiro desde que nasci, parece óbvio, mas nunca me dei conta de que eu precisava respirar mais… desde os meus 10 anos de idade tenho asma e luto por uma respiração mais fácil e completa.

Sentir falta de ar tornou-se uma presença constante na minha vida. Me acostumei a andar com a bombinha no bolso para uma emergência. Há mais de quarenta anos eu ando com a bombinha no bolso…

Fui a muitos especialistas, médicos, doutores, homeopatas, alergistas, umbandistas, pais de santo, benzedeiros, religiosos… de todo tipo e de toda aparência, dos mais calmos aos mais agressivos. Até exercício de yoga para respirar melhor eu fiz nestes 43 anos de asma.

Nos últimos 3 anos a coisa piorou… a alergia que provocava a asma sumiu, mas a asma continuou. Neste ano de 2016 fui surpreendido com duas crises tão fortes que achei que estava recebendo aquela visita que nos leva definitivamente, mas eu disse: Hoje nâo! E a visita foi-se embora me deixando respirar novamente.

Venho pesquisando e indo à médicos (não muitos) desde que tomei o segundo susto… (lembre-se de nunca deixar para o terceiro). Em julho do ano passado fui a um cardiologista que disse que eu, apesar de ter sido reprovado em todos os exames clínicos, não tenho nada no coração, sim, que eu tenho um bom coração eu sei, mas um coração bom e saudável só pude atestar através de um ecodoppler bem feito.

Mas esse mesmo médico, através de um canal, possivelmente espiritual (ou por experiência de vida mesmo), intuiu que o meu problema era refluxo. Tratou o refluxo e, milagrosamente, a minha asma sumiu! Sim, refluxo! Regrei a alimentação, perdi 16 kilogramas de pura travessura alimentar e as crises graves e constantes desapareceram.

No entanto, não basta a crise sumir… fui a outro médico, agora um pneumologista, para que ele tentasse me sugerir alguma coisa diferente em termos de tratamento para essa doença crônica… já tomo Salbutamol há 43 anos! Tem que haver alguma coisa nova… alguma coisa que melhore e ajude mais…

Já havia experimentado, sem sucesso aparente, um tanto de outros tratamentos… remédios que reduziam a possibilidade de crise ou que reduziam as alergias, mas nunca senti firmeza em nenhum deles. Para ser bem claro: nenhum deles fez qualquer efeito aparentemente melhor que o tal do AEROLIM, nome comercial mais popular do Salbutamol.

Os de pozinho, que depositam sobre os bronquíolos… não deram certo comigo… Agora tem um novo, um “tipo” gás, associado a um corticóide de sabor amargo. Tou nele há duas semanas e, pasmei, tenho me sentido muito diferente.

O remédio permite que eu respire fundo, absorva mais oxigênio que o meu usual… e mudou tudo aqui dentro… comecei a pensar em questões associativas do oxigênio no sangue, queimando glicose, gerando energia e me ocorreu uma ideia que, se você leitor, for pesquisador na área médica pode tomar como indício que eu não vou cobrar de você nada mais que um agradecimento no seu discurso no prêmio Nobel de Medicina!

Veja bem se faz sentido, se não fizer sentido para você, azar o seu. Talvez outro pesquisador entenda meus indícios e pensamentos…

O seguinte: o medo nos faz prender a respiração. É um mecanismo natural de defesa. A adrenalina nos faz reter mais oxigênio e respirar com mais intensidade para podermos explodir em raiva e corrermos do que nos ataca ou atacarmos o que nos mete medo. É um ciclo primal. O animal que somos responde aos estímulos do perigo através do oxigênio.

Resultado de imagem para glicoseConsumimos a glicose no sangue através do oxigênio que queima a glicose nas células dando-nos a energia que necessitamos para viver, correr, brincar, namorar.

Imagino, a partir destes pensamentos, que há co-relação entre a asma e 1-Triglicerídeos, 2-Medo/ansiedade sem estímulo aparente, 3- Tensão, raiva e agressividade sem motivo.

Ora, se não temos oxigênio suficiente no sangue não consumimos a glicose e ela se transforma em gordura, em triglicérides que causarão outros tipos de danos no fígado e no pâncreas.

Se não temos oxigênio no sangue suficiente, é como se prendêssemos a respiração, temos medo, temos raiva para liberar a adrenalina e acelerarmos a nossa respiração para explodirmos em reação de fuga ou ataque.

Mas se não temos um motivo real para esse medo e essa raiva passamos a pensar que estamos estressados, neuróticos ou com ansiedade. Ao invés de pensarmos que o problema é falta de oxigênio, pensamos que é coisa neurológica… mas não duvido que depois de muito tempo com baixos teores de oxigênio no sangue a questão neurológica se configure como real.

Então temos alguns agentes para pensar: refluxo como desencadeador de asma, asma como desencadeadora de triglicerídeos, de medo, de raiva, de ansiedade…

Mas como conclui esse tanto de senso comum e baboseira sem base?

Volto a minha experiência de vida.

Sou um pouco agressivo sim, tenho raiva contida constante, tenho medo, tenho triglicerídeos altos… e quando comecei a tomar esse último remédio para a asma eu senti que o oxigênio voltou a entrar em minha vida.

Tenho estado mais calmo, menos ansioso, menos raivoso (agora é só falta de educação e reação automática mesmo)… É óbvio que tem pouco tempo de remédio para eu dizer que é efeito da broncodilatação e melhor assimilação do oxigênio… mas vou observar melhor, o tempo sempre demonstra corretamente o que acontece para um bom observador… e eu sou um.
Respire! O mundo precisa de você calmo e com saúde.

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Acredito que todos vocês concordam comigo que nunca vivemos na Era da Informação, que a Zona do Agrião é mesmo muito mais em baixo…

O que pensávamos ser uma Era de Informação que emergiria como luzes guias para toda e qualquer caminhada intelectual, mesmo que básica, que começasse no primeiro ano do século XXI, pós-moderno, culturalista, liberal após dezesseis anos de crescimento e capilarização, se tornou algo infinitamente pior que uma Torre de Babel…

Sim, escolhemos a ignorância.

A sociedade escolheu, definitivamente a ignorância!

Através de um golpe de mídia, fortemente posicionado, no mundo inteiro, transformou a informação em desinformação e ignorância. Conseguiram destruir cada ágora digital que emergiu como uma “Grécia Eletrônica”no início do século XXI. Parece que foi meio que para provar que a população não pode ter voz nem vez. E que há ainda uma necessidade de construir lideranças que, paternalisticamente, devem conduzir as massas…

Destruídos os elos com a esperança de um mundo mais inteligente somos obrigados a enfrentar as massas ignaras, dirigidas pela desinformação promovida pelas mídias tradicionais.

Não há apenas um dilúvio de informação, como disse o Pierre Levy, há uma avalanche de lama fedorenta solta pela grande mídia que se derramou, no meio da década de 2010, para encobrir tudo com informações falsas, piegas, destituídas de sentido e preparadas para confundir tudo e todos. Transformando inocentes em culpados, culpados em vítimas, vítimas em causas de seu próprio infortúnio… com a final destruição da credibilidade das instituições que, em definitivo, se tornaram espaço para alimentar o ego (e encher as contas bancárias) de seus dirigentes.

No final do ano de 2013 já intuíamos, no mundo inteiro, que NINGUÉM NOS REPRESENTA. Hoje temos certeza de que ninguém NUNCA NOS REPRESENTOU.

Mas essa introdução toda se deve a uma coisa pessoal… um processo seletivo.

Atualmente vivemos uma situação de desemprego imensa. É só anunciar uma vaga que chove currículo, mas currículo de todo tipo… sem experiência, sem qualificação, com excesso de qualificação, com longa experiência em outra área não afim, gente nova que nunca teve emprego, gente que está desempregada há 2 anos, gente que ficou desempregada agora, mas que já está em uma idade mais avançada…

Enfim, selecionar um para um trabalho é deixar milhares de fora… coisa pessoal, delicada e complexa demais.

Aí, o profissional de RH, da empresa, publica uma nota chamando candidatos. Uma nota pequena e veiculada nas mídias sociais quase a boca pequena… resultado?

250 currículos e uma série de pedidos, súplicas, orações, ordens, ameaças, exigências, xingamentos…

Cara, que doido!

O nível da galera tá brabo demais! É assustador!

Poucos apenas tratam de mandar seus currículos, muitos exigem a vaga!

Um diz que é amigo do dono e quer o emprego para a esposa dele, outro começa a fazer troça sobre a vaga, um outro diz que não há justiça no processo seletivo… Sem nem saber quais são os parâmetros ou os motivos, muita gente já agride o RH antes de saber se tem ou não alguma chance (se não tem chance se retira, mas agredir?)… E olha que é para um cargo que exige pouca qualificação… imagino nos grandes cargos…

Mas porque presenciamos esse estado de coisas?

Penso que é porque as pessoas não sabem mais que emprego é uma relação de troca. De ganho mútuo e, antes de conseguir o emprego, sem saber quem é o patrão, ou sem nem saber qual que é a remuneração, ou as vantagens ou possibilidades de poder trabalhar naquela empresa, já começam a gritar e pior, a exigir direitos que ele ainda não tem!

Acredito que o nível de desinformação, aplicado sobre a população, anda tão alto que é impossível para o cidadão saber, ao certo, o que é direito e o que é dever. Não conseguem enxergar mais as vantagens ou ganhos reais pois, limitados pela visão pessimista das grandes mídias e das religiões de ocasião, se tornaram incapazes de ver algo positivo em um trabalho ou um emprego e só passa pelas suas cabeças gritar, exigir ou implorar…

Depois do Caos… virá um Caos pior… dirão os otimistas.

Eu digo que é hora mesmo de acordar para colocar ordem no caos e desligar as TVs…

Levanta-te e anda!

 

 

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As sombras se avolumam, o mal está em todo lugar, não haverá redenção, acabaram-se as esperanças. Por este motivo considero esta luta perdida. A comunidade não se mexe e a Instituição insiste em ser truculenta e desinteressada na formação de seus alunos.

Uma pena.

Nós perdemos a guerra pela Escola, mas ganhamos a guerra pelos nossos filhos.

Sendo assim vazo, conforme a moda vigente, a carta que enviamos à Escola das Nossas Crianças… e à Fundação que administra esta escola..

 

Prezados Senhores,

Direção do Colégio e Direção da Fundação,

Este é o 5º ano que nossos filhos freqüentam o Colégio.  Durante este período, inúmeras vezes eu e minha esposa procuramos a escola (professores, pedagogas e direção) trazendo uma série de críticas e questionamentos sobre a proposta pedagógica, de avaliação, conduta perante temáticas e o desenvolvimento das ações escolares. Diversas dessas vezes, encaminhamos documentos elaborados, acerca dessas críticas e em TODAS essas vezes recebemos uma resposta de que tínhamos razão e de que a escola se esforçaria para corresponder a esses ideais que, nas palavras da diretoria, eram também os seus.

Em uma ocasião mais grave, quando em longas reuniões denunciamos os absurdos da avaliação na disciplina de Filosofia e do improviso na construção de questões, sem parâmetros adequados de correção, ouvimos a direção estarrecida dizer que não sabia do ocorrido e que concordava integralmente com nossos argumentos.  Ao final do processo fomos surpreendidos por um documento falacioso, coberto de argumentos preconceituosos e que deixavam claro a postura autoritária e repressiva da escola. Posição inadmissível no Século XXI.

No entanto, imbuídos do desejo de contribuir para a construção de uma escola transformadora, pautada no diálogo e na participação da comunidade, resolvemos, ao invés de imediatamente solicitar a transferência de nossas crianças, insistir por mais algum tempo.

Os incidentes continuaram a ocorrer e nossa disposição para a luta foi sendo reduzida e tomada pela falta de esperança em uma escola privada melhor. No entanto imaginávamos que, apesar das nossas severas restrições à escola, nossas crianças, que nunca apresentaram nenhum mínimo desvio no quesito “nota” ou “comportamento” poderiam ser atingidas por uma educação de desconstrução da estima e embotamento da criatividade como a praticada diuturnamente nesta Instituição.

Este ano, nossa filha Alice, aluna dedicada em tudo o que faz, elogiada por todos os professores e pedagogos do 7º ano, passou por uma experiência traumática na aula da professora da disciplina de Geografia. Nas primeiras avaliações deste trimestre, tendo como conteúdo “A Regionalização do Brasil” a professora e sua equipe, elaboraram questões com teor absolutamente de memorização (“cite as capitais e siglas dos estados brasileiros”, “aponte os pontos extremos do território brasileiros e seus respectivos estados”).

Nossa filha, pela primeira vez nestes 5 anos, obteve a descontextualizada nota 4,6 em uma prova absurda em termos de elaboração. Entendemos que trata-se de uma equipe limitada, da Direção à Professora, pois suas provas em outras situações já se mostraram mal construídas. Há questões aplicadas para alunos nestes últimos 6 anos que são repetidas literal e insistentemente, sem qualquer alteração – o famoso copia e cola tão criticado na Educação na Era da Informação.

Pensamos que por esse motivo não compensaria mais iniciar um novo processo de esclarecimento e debates a respeito. Afinal, uma escola privada que tem em seus quadros professores, em especial de Geografia, disciplina importantíssima para a formação crítica dos cidadãos, que elaboram questões com enunciados que solicitam a enumeração dos afluentes da margem direita do Amazonas, pouca ou nenhuma condição tem de compreender os objetivos centrais para o ensino da Geografia, que diremos de outros conteúdos, não é mesmo?

Mas, já estávamos acostumados e seguíamos em frente até que nos deparamos com o desfecho absurdo desta lamentável avaliação. Como na turma, outros colegas obtiveram, igualmente, uma nota abaixo da média, ao entregar a prova corrigida a professora exigiu, sob a forma de coação, às crianças e à nossa filha, que escrevessem no verso da prova um testemunho de admissão de “culpa” pelo fracasso da nota alcançada. Escrevendo no quadro o texto da confissão para que eles copiassem. Dizia ela, neste testemunho forjado, que a professora era competente, que o “conteúdo tinha sido dado”(sic) e que essas crianças certamente não haviam estudado e, portanto, elas eram os únicos responsáveis por este fracasso. Por si só, essa ação antipedagógica já merece um processo na Secretaria de Educação.

Informamos o ocorrido à Pedagoga e ouvimos dela que essa professora é antiga na casa e que ela não poderia fazer nada, mesmo que concordasse conosco. Apesar de ela ter se mostrado disposta a agendar uma reunião conosco e a professora, consideramos inútil perante o histórico de conversas e ações que demonstramos neste documento.

Senhores, este incidente, é gravíssimo e, por esse motivo, temendo os desastres que a permanência de nossos filhos nesta escola pode trazer para a sua formação de sujeitos críticos e pensantes é que solicitamos a transferência imediata de nossos filhos e pedimos urgência na liberação dos documentos necessários incluindo o Histórico Escolar Completo.

Ipatinga, 13 de maio de 2016

 

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Para dar um #golpebranco basta a vontade, o dinheiro e 367 comparsas no Congresso mais 42 comparsas no Senado e seis famílias donas da mídia nacional.

Menos de mil pessoas com dinheiro, e suas famílias, são capazes de dar um #golpebranco sobre uma nação com 200 milhões de pessoas indo contra 54milhões de votos.

O difícil é conter o golpe, para conter o golpe é necessário que 54 milhões de pessoas saiam de casa e, que nem uma horda de zumbis de filme, persigam um a um os golpistas até que todos eles sejam presos, fugidos ou coisa pior.

E quando acontecer, dirão que a barbárie se instalou no País.

Não dizem nunca que essas mil pessoas golpistas é que são os verdadeiros bárbaros e criminosos do Brasil.

Isso se dá apenas porque são eles os “donos” das instituições e não representam ninguém, apenas a eles próprios e os interesses de suas famiglias.

E é isso que torna difícil o contra-golpe.

‪#‎sosCOUPinBRAZIL‬
‪#‎STOPCOUPinBRAZIL‬

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Para mim a coisa é pessoal mesmo, não acredito em ficar de fora das decisões ou me omitir. Em cima do muro JAMAIS.

Por este e outros motivos hoje postei uma carta no “fale conosco” do Congresso Nacional para todos os Deputados.

Como está na moda, eu vazo esta carta aqui no meu blog de segunda mão…
Acabei de enviar uma mensagem no Fale Conosco da Camara dos Deputados.
A mensagem foi esta:
Prezados Srs. Deputados,

Esta é apenas mais uma mensagem, dentre tantas milhares que vocês já receberam e ainda receberão até domingo.

Peço que abram os olhos para além, para o futuro, não acreditem nas ameaças que vocês estão sofrendo, não aceitem acordos destes que estão comprometidos com a Justiça e querem livrar a cara derrubando a nossa democracia sob o pretexto de moralizar o que não precisa ser moralizado.

Pensem no Povo brasileiro, pensem que eles votaram em Dilma Roussef para reconduzí-la ao cargo. Pensem nos seus filhos e netos, que viverão em um País mais justo e democrático se permitirmos levar adiante TODAS as investigações e julgamentos até o fim, sem arquivamentos, sem “livrar a cara de ninguém que seja comprometido com a corrupção”, sem esconder ninguém debaixo dos panos com arcordos espúreos.

Pensem que vocês agora tem a chance de deixar o Brasil crescer novamente e manter os direitos do Povo, direitos do Trabalhador, direito dos Aposentados e dos Jovens na Escola.

Não permitam que este GOLPE em andamento siga em frente. Vote contra o Impeachment. Se você está indeciso pense que muita gente do povo está enganada pela mídia, que deve fortunas à Receita Federal e pretende não pagar o que deve, essa gente vai ter oportunidade de ser esclarecida quando os processos de cobrança chegarem ao final e as empresas tiverem que pagar os impostos devidos.

Se você já decidiu à favor, pense, ainda há tempo para mudar seu voto, se você é honesto e não está comprometido com as falcatruas, mude seu voto, você não precisa votar e se atolar na lama com quem é mal intencionado e pretende vender o Brasil e destruir tudo o que funciona e presta nesta Nação que retirou 40 milhões de pessoas do nível de pobreza.

Tenha orgulho do seu Brasil, proteja seu eleitor. Ele vai ficar do seu lado quando entender quem são os reais criminosos no Brasil. Proteja seu País. A luta hoje não é ideológica, é econômica.

Quarenta milhões de pessoas saindo da pobreza ajudarão a fazer o Brasil crescer ao invés de serem um problema.

Diga Não ao Golpe, Diga Não ao IMPEACHMENT.

Abraços
Rodrigo

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O que eu penso sobre o momento histórico brasileiro?

A crise Norte Americana da primeira década deste século foi uma crise de credibilidade, mas credibilidade de capital, perdeu-se o crédito e o país deles lá parou, obviamente em um mundo globalizado, se o dinheiro para de circular por lá, vai parar também em todo o mundo, afinal lá é uma economia forte que lidera grande parte do mundo e muita da crise deles se refletiu em seus países satélites.

Mas não vivemos a crise deles, tivemos algum processo que nos protegeu e a crise deles virou marola para nós.

Atualmente há uma outra crise mundial que está sendo provocada pelas comunicações e pela interação existente na internet.  A velocidade da comunicação e a exposição  à mídia colocam mais informações nas cabeças do povo. Alguma voz está se levantando contra os processos de desinformação e os processos antidemocráticos existentes no mundo. As pessoas acordam um dia e percebem que não podem mais tolerar ditaduras, mentiras, pilantragem de governantes e andam saindo para as ruas, quebrando o pau para dizer :

BASTA! QUEREMOS UM POUCO DE RESPEITO E UMA VIDA MENOS ROUBADA DE NÓS!

Esse sentimento está se alastrando em todo o mundo, através de conversações, de pequenos grupos que vão viralizando e indo para as ruas. Sem lideranças, apenas sincronizados com a ideia de que podem fazer algo diferente. Que brigar por uma vida melhor vale a pena.

 Entendo que o Brasil passa, atualmente, por uma crise sem precedentes na história: Uma crise de percepção.

Percepção em todos os Poderes, em todos os níveis: do Legislativo ao Judiciário, passando pelo Executivo, sem esquecermo-nos do poder da Comunicação, da Mídia, o dito quarto poder que deveria atuar como balança ou fiscal. Chegamos ao grau de negligência máxima, cada pessoa que deveria estar trabalhando para o Povo ter uma vida mais digna, cada representante que deveria estar pensando no que seus representados precisam, cada Autarquia que deveria existir para servir à Nação passou a servir exclusivamente aos seus interesses pessoais imediatos.

Deixaram de perceber (ou nunca perceberam) o que é uma Nação e deixaram de perceber o que o povo precisa.

“Ninguém nos representa” é a frase do ano, é a frase que traduz a crise de percepção.

O povo, através das simples conversas na internet descobriu que as Instituições não trabalham para elas quando precisam recorrer ao Judiciário e não obtém qualquer resposta minimamente satisfatória, quando tem que recorrer à Saúde pública ou privada e também não obtém qualquer respeito às suas necessidades ou atenção à sua pessoa, quando precisam de força policial são negligenciadas sem ter a quem reclamar e vivem com medo das represálias dos bandidos que se vestem de policiais, enfim, a lista é imensa e todos tem um exemplo pessoal da coisa!

As instituições estão em crise de percepção e o povo não!

E o povo foi às ruas para dizer que PERCEBEU QUE ESTÁ SENDO VIOLENTADO EM TODAS AS INSTÂNCIAS E QUE NÃO AGUENTA MAIS.

E quais estão sendo as respostas das instituições?

As instituições ainda estão em crise e, cegas, não perceberam que o problema não é político. É técnico! É uma crise de PERCEPÇÃO!

FAÇAM O QUE É ESPERADO QUE SEJA FEITO POR VOCÊS! É o mínimo. CHEGA DE NEGLIGÊNCIA.

Parem de tentar tapar o Sol com a peneira. Parem de desviar a atenção das pessoas para a política ou para a corrupção. Os problemas políticos e a corrupção são consequências da SUA FALTA DE PERCEPÇÃO das coisas que realmente precisam ser feitas para que haja uma vida melhor para a Nação.

Essa crise de percepção só foi sentida pelo povo por que passamos por um bom período de estabilidade, por que muito mais gente come e muito mais gente tem acesso à comunicação. Quem come pode pensar, saiu da fase de corrida desenfreada pela sobrevivência e pode perceber melhor o que acontece à sua volta.

O POVO NUNCA ESTÁ EM CRISE, AS INSTITUIÇÕES SIM.  ISSO JÁ PERCEBEMOS.

Não represento ninguém, falo por mim, pelo que percebo do mundo. Não uso máscara. Não preciso me esconder.  Se você ainda acha que o sistema funciona, é por que a crise da percepção ainda está te dominando.

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