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Archive for setembro \25\UTC 2010

Para a internet... 2 anos é coisa velha!

Para a internet... 2 anos é coisa velha!

Hoje, 25 de setembro de 2010, este blog que vos incomoda com coisas pessoais está fazendo 2 anos.

Setembro para mim é mês de mudanças… de viradas… de novidades… é sempre um período rico para minha vida. E, para  comemorar, tenho uma daquelas promoções complexas…

Tenho 2 exemplares do livro “E nós chegamos ao fim”  de Joshua Ferris um livro bem no espírito da “A coisa é pessoal”, ácido, pessoal e vivo, para sortear entre os que tuitarem:

Siga @rodrigovr,  frequente e comente no seu blog http://ow.ly/2JLgW q eu quero ganhar 1livro. Dê RT e participe do sorteio também!

Será, então, sorteado 1 exemplar entre os que tuitarem e 1 exemplar entre os que comentarem qualquer post deste blog entre hoje ou até segunda ao meio dia (hora do blog).

Só valem comentários ricos e posicionados… não valem comentários do tipo: “valeu, beleza ou gostei do post…”

Resultado do Sorteio aqui neste post na segunda feira (dia 27/09/2010 às 19:00h) você tem o final de semana para ler, divulgar e comentar!

Torne você também a coisa pessoal!

Assine o RSS deste blog, comente, discuta… ninguém vai te chamar de troll por causa disso!

Abraços

Rodrigo Vieira Ribeiro

(os ganhadores do sorteio depois receberão o exemplar do livro pelo correio sem qualquer custo, é presente mesmo!)

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PROMOÇÃO TÁ VALENDO ATÉ 30/09/2010 ÀS 23:00h

Extendida… pois tem muita gente visitando mas ninguém comentando…

Como é gente? Vão comentar não?

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Os vencedores do sorteiro “Dois Anos de “A coisa é pessoal” foram:

No twitter: @bruna_lage

Nos Comentários de Post: Tatiana @Talterega

O sorteio foi auditado pelas bactérias e microorganismos que andam sobre o monitor do meu netbook que atestaram a lisura do sorteio.

Obrigado a todos que participaram e aguardo mais comentários de todos nos posts existentes e nos futuros!

Às vencedoras…as batatas!

Cabe agora vocês duas me enviar por DM no Twitter ou por e-mail seus endereços completos que vou enviar para vocês ainda amanhã o livro pelo correio daqui do Rio mesmo…

Abraços e aguardo seus endereços.

Rodrigo Vieira Ribeiro

PS.: Depois de lerem o livro comentem sobre ele aqui no blog…

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Me perdoem os ecologistas, os alarmistas e os arautos do apocalipse… mas não haverá fim do mundo, destruição da natureza ou qualquer coisa no gênero.

Se o ser humano for o impecílho, ele será eliminado…

Simples assim… a natureza continua seu ritmo e a vida permanecerá…

Animais são extintos mesmo… aliás… isso até demonstrou que é só positivo. Quem gostaria de conviver com os T.REX ou os Velociraptors? Eu não…

Os nichos ecológicos se reciclam, se reconstroem e se adaptam essa é a lei da natureza! Adaptou… viveu… não adaptou… foi-se! Pode fazer qualquer experiência… a natureza sempre se reequilibra e retoma seu rumo.

Tem aquário em casa?

Aquário é um excelente aprendizado sobre sustentabilidade. Cuidou, fica lindo, não cuidou… lama, mortandade… Mas você pode deixar seu aquário na lama por um tempo enorme…anos até. Quando você resolve que tem que limpar a coisa ainda encontra brotos de plantas e peixes vivendo lá dentro! (fiz isso nesta semana mesmo…) A natureza é mais forte do que pensamos.

A pergunta que, penso ser, necessária fazer é: qual é o preço que nós, humanos, desejamos pagar para continuarmos no planeta?

Se, nós brasileiros,  somos os proprietários da “Rain Forest” e sua extinção (ou redução) provocará o aquecimento global, nada mais lógico que recebermos alguma indenização do mundo desenvolvido para que possamos dar sustentabilidade aos povos que lá vivem para mantê-la.

Somos ou não os donos da última "rain forest"?

Afinal, em tempos de abundância os “grandes desenvolvidos” destruíram suas florestas para alavancar seu desenvolvimento (e já provocaram o aquecimento global, não fomos nós… nós ainda não destruímos o suficiente), tá na hora deles pagarem o preço… de indenizarem o mundo!

Para mim está claro que as diferenças sociais são tão danosas (ou mais) à natureza quanto à poluição ou matança desproporcional de baleias ou a extinção da “Pepeca do fundo do Rio São Francisco” (vide obs. no fim do post).

Se a água potável do planeta está se acabando, e nós, no Brasil, detemos sua maior porção, os preços que praticamos para a venda de horti-fruti, cereais e carne para o mundo estão errados, muito errados… já que 1 kg de cada produto destes consome uma quantidade enorme de água potável que, se for cotado seu preço na Europa, por exemplo, tornaria o custo dessa produção inviável… O preço dos nossos produtos estão defasados em relação ao custo da água na Europa!

Lembremos que eles já acabaram com os mananciais deles… e já se aproveitaram de tudo antes de nós…

Aquífero do Guarani

Aquífero do Guarani

A educação ambiental é necessária, mas não a que está aí disponível, maniqueísta e simplista, que coloca a indústria ou os capitalistas como os únicos culpados. Que diz que a água está acabando e que tudo que acontece de evento climático é por causa da poluição ou por causa do desmatamento da Floresta Amazônica (rain forest).

Me dá embrulho no estômago quando escuto essas “ecologices pobres e direcionadas à públicos ingênuos”.

A Educação é a culpada, o sistema é culpado, nós somos culpados. Passemos a atribuir responsabilidades e não tentemos perder tempo com conscientizações. Se você for responsabilizado você resolve a sua parte. Criemos planos de ação em todos os níveis!

E qual é a sua (ou minha) parte?

Começar a viver melhor na sociedade, mudar o que há de errado em nossas vidas e ensinar aos nossos filhos que é possível viver sem poluir, economizando recursos (desde não quebrar os brinquedos a apagar luzes e reduzir o tempo dos banhos).

Compre menos embalagens, ou compre mais embalagens reutilizáveis ou biodegradáveis. Consuma mais produtos naturais ou aqueles da moda chamados “orgânicos”. Cuide do seu jardim em casa ou no apartamento. Plante mais. Viva mais tranquilo em um ambiente “menos”.

Aceite menos a obrigatoriedade de “engolir sapos” e aceitar injustiças em silêncio. Cada vez que você se cala, os outros poluem seu ambiente e reduzem sua capacidade de viver melhor. Calado e frustrado você tende a consumir mais produtos fúteis e poluentes para compensar alguma coisa…

Se você é empresário pense que salários mais justos para seus empregados geram melhor produtividade, mais tranquilidade entre eles e menor poluição. Se sua empresa polui comece a repensar seus despejos industriais e invista na qualidade de vida e de saúde dos seus vizinhos, você pode ganhar menos imediatamente, mas vai ganhar mais ao longo do tempo.

Se você é político, roube menos, pense que se você tirar tudo do povo e não colocar nada no lugar cedo ou tarde isso se voltará contra você e sua família. Se você é do tipo de político que não rouba, trabalhe por mais qualidade de vida e mais justiça social para os seus eleitores. Discurse menos, prometa menos, mas cumpra suas promessas. Pense que seu bom trabalho aparecerá para seu eleitor e que esse é seu emprego e seu eleitor é seu patrão!

Político: Você não está dando nada para o povo, está apenas cumprindo suas obrigações para merecer mais tempo no seu emprego.

Se você tem escritório e usa seu computador imprima menos, use os dois lados do papel, use rascunhos e depois leve seu papel para escolas que transformam papel em brinquedos, esculturas e aprendizagem…

Se você tem uma escola, mantenha um centro de reciclagem e crie experimentos com os seus alunos com o material que aparecer. Mas não envie para a casa dos alunos que precisa de 2 potes de maionese e 2 caixas de sucrilhos de cada aluno pois se essa família não consome esse tipo de produto terá de comprá-lo para “criar o lixo” que você precisa para “reciclar” e isso não me parece muito inteligente… não acha?

Professor, na escola, quando você for realizar experimentos planeje com antecedência e divida inteligentemente os materiais entre os seus alunos, nada pior que, para fazer um vaso com flores na escola, ou um terráreo, cada pai ter que comprar TODO o material e depois sobrar 3kg de cada componente se poderíamos ter dividido entre todos e menos pais sairiam para comprar, menos gasolina e tempo seria gasto, menos sapato, menos poluição e menos sobras de tudo…

Pratique mais a política do ganha-ganha, uma coisa quando é boa, tem que ser boa para todos.

São coisas pequenas que podem ser feitas e atitudes a serem tomadas individualmente que podem resolver nossas questões e evitarmos a extinção deste animal humano que somos nós!

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OBS: Não… não existe a “Pepeca do fundo do Rio São Francisco”… e ela não foi extinta… é apenas um nome que já foi levantado em uma discussão polêmica que tive com um “ecologista do B”, explico e conto essa história uma outra hora…

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Tempo de repensar...

Meu manifesto pessoal, perfil profissional.

1 – Amo ser professor. Sou didático e sei respeitar as possibilidades e limitações do aluno/aprendiz.

2 – Amo orientar pessoas em trabalhos de pesquisa. Tenho questionamentos realistas e ricos. É o que faço melhor, relacionar-me com o aluno/orientando e estimulá-lo ao trabalho com questionamentos e apoiá-los em seus medos e inseguranças fazendo-os avançar sempre.

3 – Amo gerenciar equipes de projetos especiais nas áreas de educação, comunicação, marketing, redes sociais e questões da web 2.0. São as áreas nas quais possuo maior domínio, leitura e trânsito, na verdade meu elemento natural.

4 – Tenho pensamento estratégico, iniciativa e sou criativo. Enxergo muito além do jardim.

5 – Sou dedicado ao trabalho e igualmente dedicado à família. Sou disponível para mudar de opinião e para aprender o necessário para o bom andamento das minhas funções na empresa.

6 – Posso viajar a trabalho para reuniões e eventos. Adorarei ter grande parte do trabalho à distância e menor parte do trabalho no presencial. Conhecer gente e relacionar-me presencialmente é fundamental para a minha satisfação.

7 – Posso obter uma faixa de ganhos mensais entre 6 mil reais líquidos, no caso de assalariado com direitos trabalhistas e 10 mil reais líquidos em casos de contrato a termo, se dólares, melhor. Pretendo manter-me na cidade onde vivo, a menos que a pretensão salarial seja superada em 3 vezes com garantias mínimas de continuidade por 5 anos, negociável.

8 – Posso ter um plano de carreira que seja possível um aumento de responsabilidades e aumento de ganhos substanciais a cada 2 ou 3 anos.

9 – Pretendo afastar meus pensamentos de abrir uma empresa se isso significar ter que terei que captar clientes e fazer atendimento externo.

10 – Pretendo ser empregado se isso significar que eu posso opinar ou criticar os assuntos que eu considero opináveis e criticáveis.

11 – Posso trabalhar com gerências estimulem os ganhos em equipe, o livre acesso e o livre assunto. Justos igualmente para todos na equipe, que pratiquem a meritocracia. Que gostem e saibam receber críticas e as compreendam como uma oportunidade de diálogo e de contribuição positiva para o trabalho de todos. Que saibam que a autoridade do argumento deve ser sempre precedente ao argumento da autoridade em favor do bem e da coletividade. Em resumo desejo uma relação positiva e lucrativa para todos na equipe.

12 – Posso estar em posições de gerência se eu tiver plena liberdade de projetar e executar minhas idéias em colaboração com a equipe de trabalho. Sou criativo, gerador de inovações e desejo uma equipe bem equilibrada para desenvolver essas inovações.

Se você quiser me contratar podemos conversar sobre esses itens manifestos aqui!

Abraços

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Agora vamos tentar juntar as artes descritas no post Gestão Educacional… Educação, Administração e Marketing…

Os cenários que a Administração precisa enfrentar e a Wikinomia… um texto intermediário para chegarmos à proposta de Gestão Educacional com bases Wiki…

Comecemos pelo mais conhecido:

Administrar uma empresa depende exclusivamente dos cenários internos e externos, óbvio não? Mas vejamos alguns cenários que evoluem com o tempo.

Os cenários da concorrência:

1 – Quando se é o único a oferecer um produto ou serviço, os lucros são altos, pode haver desperdício, a opinião do cliente não importa (afinal ele tem mais é que agradecer de ter o produto ou serviço e mesmo ruim é melhor que nada), idem idem para a opinião do empregado. Os valores pasam a ser altos, cobra-se quanto quer. Diz-se que o Produto é o Rei, que ele manda, faz o que bem entende desde que não fira os ditames da lei ( e mesmo assim…).

Esse quadro da ditadura do produto é característico do início da Era Industrial, muita demanda e pouco produto, ainda ocorre em alguns setores. O administrador só precisa somar, fazer o livro caixa, pagar as contas e “gastar” os lucros…

2 – Quando se tem concorrência saudável, há disputa de igual para igual entre produtos, as diferenças são pequenas, mas ainda assim são poucas as opções, havendo quase cartelização, o Marketing é o Rei… quem tem as melhores estratégias de entrega e propaganda, as embalagens mais atraentes, o nome, a marca, simpatia da população é quem ganha.

Nesse cenário, o administrador precisa pensar mais estrategicamente. Precisa cortar custos, aumentar produtividade, investir pesado na marca e no marketing, corre para se manter no topo e vez por outra perde seu primeiro lugar para o concorrente e não consegue dominar o mercado.

3 – Quando a concorrência é desleal ou existem muitos concorrentes que oferecem o mesmo produto, como é o caso da maioria dos produtos e serviços oferecidos atualmente. Aí é a vez do Cliente. Diz-se que o Cliente é o Rei. O marketing precisa se adaptar ao seu público, escutá-lo, integrar-se à administração, ao design de produto. O administrador precisa manter sua empresa enxuta, custos baixos não bastam, é preciso ter um diferencial que signifique valor para o cliente.

Aqui, é o caso de procurar um nicho, verificar se esse nicho compensa comercialmente e posicionar o produto como confortável nesse nicho.

Atualmente todos esses cenários são possíveis e viáveis, no entanto um novo elemento surgiu para balançar os administradores de seus galhos: As redes sociais.

Com as redes sociais, mesmo um produto REI pode ser destruído. A força da opinião e a velocidade que uma informação está circulando por aí são inimagináveis e cabe aos administradores e marketeiros (no bom sentido é claro) aprenderem a se comunicar e a usar as redes sociais ao seu favor.

Querendo ou não, entramos na Era das Relações Pessoais e Sociais, comunicar e informar não é mais suficiente. As pessoas na Rede querem interagir com os produtos e empresas. Essas mesmas pessoas são empregados, colaboradores, torcedores, defensores, concorrentes… mas todas querem apenas uma coisa: produtos e serviços melhores, configuráveis, personalizáveis e, estão dispostos a pagar por isso ou a abandonar o produto.

Mas como conseguir realizar essa tarefa caríssima de oferecer produtos para essas pessoas tão exigentes? A resposta é o Diálogo e o trabalho em Equipe.

Para que haja trabalho em equipe, é preciso haver integração, equipe, divisão de lucros em equipe, gestão e administração em equipe… o Don Tapscott fala de uma forma bem lúcida em Wikinomia

Inovação e(é) Colaboração

Wikinomia não é uma saída… é a única saída visível atualmente.

A compreensão do empresário, do administrador e do marketeiro de que a Wikinomia é a única forma de vencer e vender com lucratividade no mercado contemporâneo já se mostra presente em empresas de sucesso no Brasil e no exterior, tem muitos exemplos no livro do Tapscott, quem desejar lê-lo clique aqui (nesse link vc encontra muito mais coisa para aprender sobre a rede…).

Mas a forma de tornar a Gestão Wikinomica viável no Brasil esbarra em algumas questões, em ordem de importância: Educação, Legislação e Cidadania. Questões que tratarei oportunamente nesse blog.

E a própria Educação necessita ter sua Gestão modificada para esse novo parâmetro e vou explicar os “porquês” no próximo post, já que esse passou da conta!

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