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Archive for novembro \12\-03:00 2009

Todas as manhãs, quando vou levar minhas crianças na escola ligo o rádio do carro e escuto um programa jornalístico na FM JOVEM PAN, não porque eu gosto da rádio e sim porque onde eu moro só tem essa rádio com um programa jornalístico aceitável.

Sempre lamento muito a perda de tempo jornalístico com informações inúteis, para mim, sobre o trânsito de São Paulo e sobre o tempo em umas poucas capitais brasileiras. Ora, esse tipo de notícia é para ser dada pelo noticiário local e não na rede nacional. Para mim isso é mais que óbvio.

Trânsito nas Capitais?

Prá que que eu quero saber isso?

Lamento que outras emissoras, inclusive de TV, procedam da mesma forma, usando as transmissões nacionais para falar de crimes, trânsito e tempo de capitais como SP ou RJ, ocupando o tempo precioso do noticiário nacional com assuntos locais de capitais distantes.

Violência local no noticiário local

Para que que eu, no interior do Brasil, quero saber sobre as favelas no RJ ou SP?

ALOUÔ! Vai falar do lixo local, fala em noticiário local, não me interessa saber sobre o traficante do morro tal na favela qual do Rio ou de São Paulo.

Aqui onde moro também tem crimes e eles não saem no noticiário nacional… não me interessa de forma alguma esse tipo de notícia que toma 10 a 15 minutos do tempo de todos nós.

Mas o que me irrita mesmo no noticiário nacional da JOVEM PAN são exclusivamente 2 coisas…

A primeira, mais antiga e mais irritante é a vinheta do programa Pânico. Nada contra o programa, até é um momento interessante de descontração dos locutores que o povo assiste como reality show. Mas a vinheta é a mesma há pelo menos 2 anos!

Será que eles não tem criatividade para mudar uma vinheta de um programa ou não tem dinheiro para gravar uma nova? Um verdadeiro saco!  Dois dedões para baixo para a repetição interminável de vinhetas irritantes pela programação! Mudem essa MERDA logo!

A outra coisa irritante são os blocos de pseudo-protesto da rádio, sempre com argumentação imbecilizante e pobre, como se estivesse lá apenas para gastar o tempo disponível do noticiário. O pseudo-protesto que está sendo veiculado agora é contra o programa “A VOZ DO BRASIL”.

Eu acho legal...gosto muito!

Pela continuidade da Voz do Brasil

 

 

 

 

Brigam contra a obrigatoriedade do programa, e usam os argumentos mais pobres que se pode usar… comparam o programa à propaganda nazista, sem no entanto terem argumentos que os permitam fazer essa comparação, já que a propaganda nazista tinha um objetivo muito diferente e foi um recurso de um governo totalitário de alcançar seu público.

Ora, o cara pode falar o que ele quiser no veículo dele, concordo, liberdade de expressão é o que todos nós desejamos, mas fazer críticas baratas que imbecilizam o adolescente que pode estar escutando o rádio é quase o mesmo que usar o veículo como recurso totalitarista de governo, mesmas armas, mesmos formatos.

Considero “A VOZ DO BRASIL” como um excelente veículo de informação e acima de tudo, um veículo capaz de apresentar diariamente a versão das coisas que são feitas lá no planalto central.

Se o povo escutasse mais “A VOZ DO BRASIL” talvez soubesse escolher melhor na hora de votar.

Diariamente poemos ouvir o que os nossos políticos dizem nas plenárias, escutamos sobre as decisões do Supremo, sobre os programas sociais do governo e muito mais.

O argumento do rádio contra o programa “A VOZ DO BRASIL” é que existe informação em todos os lugares, nas rádios, nas TVs e na internet. No entanto, menos de 1/4 da população brasileira tem acesso à internet. Os noticiários dos veículos de massa só transmitem notícias inúteis sobre violência, desgraças e trânsito nas capitais onde estão suas sedes esquecendo que existe um Brasil imenso que precisa saber sobre as ações do Governo, da Câmara e do Senado e finalmente do Judiciário.

Se me perguntarem… voto pela continuação da obrigatoriedade da “A VOZ DO BRASIL”, pois quem sabe que é útil ou precisa ouvir as notícias sobre os Três Poderes tem neste programa a garantia de saber o que acontece. É um recurso de utilidade pública e de formação de cidadania.

Se me perguntarem… voto por uma lei de mídia que exija que as grandes redes tenham noticiários locais e que empreguem jornalistas locais em quantidade suficiente para cobrir as questões locais com qualidade e utilidade.  Que essa lei de mídia contemple a formação de comissões locais de ética e de observação da imprensa com representantes da população, do governo e dos órgãos de classe. Comissões que atuem e autuem os abusos e descasos, e principalmente os factóides irresponsáveis.

Se me perguntarem… que seja limitado o número de repetições de vinhetas e que elas tenham prazo de validade como os enlatados do supermercado.

Mas ninguém me perguntou né? Quando me perguntarem eu digo!

Abraços

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