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Archive for setembro \27\UTC 2009

Tem coisas que acontecem na vida da gente que marcam definitivamente… hoje tá até doendo, eu e minha mulher, sempre atrasados com relação a qualquer coisa da vida social por termos 4 crianças, sempre que temos uma folguinha tentamos colocar em dia, entre outras coisas, as leituras e o cinema.

Até hoje lamentávamos não termos visto o curioso filme de B.Button e o entediante Austrália.

A partir de hoje lamentamos termos visto!

Um filme sofrível bonitinho mal contado

Um filme sofrível bonitinho mal contado

Começamos pelo Curioso caso de Benjamim “Forrest Gump” Button, sem a caixa de chocolates. Um filme possível, bonitinho, mas nada para ganhar nada de prêmio. Quanto mais de maquiagem!

PELAMORDEDEUS!

Nas primeiras cenas com a Daisy (a belíssima Cate Blanchet) a maquiagem não convence, o processo de rejuvenecimento do Brad Pitt também não.

Tá bom, posso estar sendo muito exigente, mas não… aquilo não merecia prêmio nem do Cineclube de Quixabá como melhor filme sonífero.

Um roteiro adaptado fraco, deixando detalhes importantes a colocar e explicando coisas desnecessárias (como na hora do atropelamento da bailarina), vou ter que ler a história original para poder malhar mais…

Depois do Almoço encaramos o Austrália que nos venderam como um romance belíssimo que conta uma história que perpassa a história da Austrália.

Não veja o filme, vá lá que é melhor!

Não veja o filme, vá lá que é melhor!

Puro engodo, essa fizeram para nos sacanear mesmo!

O diretor pensou que estava fazendo um “E o Vento Levou” e acabou sendo levado pela falta de objetividade, nada de romantismo, aventura fraca e trama zero. Tudo tinha ótimas oportunidades de acontecer e nada acontece…

A bela Nicole Kidmam não convence como Lady Ashley, o Volverine não convence como Mocinho Canastrão, o Boromir não convence como vilão.

Nada convence no filme, só a fotografia de belíssimos lugares que você gostará de visitar.

O filme demora a começar, é lotado de obviedades previsíveis demasiadamente ofensivas à inteligência do público.

Pior, o filme termina 3 ou 4 vezes e recomeça como se fosse o personagem corneteiro do Peter Sellers no início do excelente “O convidado bem trapalhão” que, apesar de ter a deixa de que está morto, continuava a insistir em tocar a corneta!

Não consigo aceitar que alguém possa ter falado positivamente ou indicado esses dois filmes, aliás… só deve ter feito isso quem recebeu para fazê-lo ou quem era parente ou querido dos diretores.

E nós aqui em casa desperdiçamos os sons do Djavam!

Para quem desejar críticas favoraveis veja os links: http://www.blogtribuna.com.br/Cinelide/Postagem/Um-olhar-fresco-em-um-rosto-enrugado,67

http://movieblog.com.br/?p=309

Abraços

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Nada mais pessoal que fazer aniversário.

Amanhã, 25 de setembro de 2009, “A coisa é pessoal” estará fazendo 1 ano. Neste ano foram muitas coisas pessoais acontecendo uma atrás da outra, coisas que até me impediram de postar tudo o que eu queria.

Sobreviver um ano...

Sobreviver um ano...

Com este post contabilizo 22 posts em 12 meses, muito pouco para tanto tempo… prometo ser mais pessoal neste próximo ano e tentarei fazer pelo menos 1 post por semana.

Como comemorar 1 ano?

Faremos assim:

Amanhã, primeiro comentário pessoal que aparecer aqui neste post vai ganhar um exemplar do livro Ardil 22 de Joseph Heller, um livro usado mas em excelente estado. Como sou apaixonado por este livro comprei muitos em sebos de todo Brasil através da http://www.estantevirtual.com.br e guardei para dar de presente em ocasiões como esta.

Ganhará também um exemplar o Vigésimo quinto comentário pessoal e o comentário pessoal que eu mais gostar… serão, no total, 3 exemplares.

Aguardo seus comentários pessoais!

Abraços

Rodrigo

Regras: Concurso, só do dia 25 de setembro de 2009, ganharão o primeiro, o vigésimo quinto e o melhor comentário sobre “A coisa é pessoal” um livro Ardil 22 de Joseph Heller. Não vale mais de um comentário da mesma pessoa. Concurso corre das 00:01 às 23:59h do dia 25 de setembro de 2009.

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Achei essa imagem em um blog bem divertido...

Achei essa imagem em um blog bem divertido...

Andei pensando nos pensadores… se as Tecnologias da Informação e Comunicação já existissem ou se eles ainda fossem vivos hoje o que diriam e o que colocariam em seus Twitters?

Aqui vai minha lista inicial…

Archimedes atualizado: “Dêem-me um blog e eu moverei o mundo”.

Albert Einstein diria: “O Blog que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.”

Niccolò Machiavelli: “Os fins justificam os blogs!”

Voltaire: “Posso não concordar com seu Blog mas morrerei pelo seu direito de blogar!”

Freud hoje: “O problema no seu blog é seu complexo de édipo!”

Glauber Rocha poderia acertar: “Um teclado na mão, uma idéia na cabeça e um blog na tela!”

Nelson Rodrigues diria: “Toda mulher gosta de blogar, toda não… só as normais!”

e-Fernando Pessoa: “O blogueiro é um fingidor…”

Se Macluham falasse hoje: “o blog é a mensagem!”

Nietzche afirmaria: “Blogueiro demasiado blogueiro!”

Shakespeare escreveria para seu Hamlet: “Blogar ou não blogar, esta é a questão!”

Se Jesus fosse vivo: “Ide e blogai para toda santa criatura!”

Se Descartes fosse vivo: “Blogo logo existo”

 Até no cinema os diálogos poderiam ser diferentes:

GodFather today: “leave the gun take the blog!” reference: http://bit.ly/16O4B9

Leon to Deckard in Blade Runner : “Wake up! Time to Blog!”

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Traição e Mentira - Tudo muito pessoal

Traição e Mentira - Tudo muito pessoal

É impossível ser traído ou inventarem uma rede de mentiras ao seu redor sem que você ache que é pessoal.

Um bom exemplo é a peça de Willlian Shakespeare que foi adaptada por Verdi sob o formato de ópera entitulada MACBETH que foi encenada no Palácio das Artes em 19 de junho de 2009.

Resumirei a história e os puristas que me perdoem os absurdos que falarei aqui… porém tentem seguir meu raciocínio.

Macbeth é um cara bom, amigo de seu Rei, que é um cara muito melhor por sinal… braço direito, companheiro para todas as horas, um verdadeiro orientador do Rei é esse Macbeth. O Rei confia nele cegamente e Macbeth em nada demonstra que pode sequer pensar em traí-lo.

Mas Macbeth recebe um presságio das Bruxas, elas dizem que ele será promovido e que em seguida poderá se tornar Rei. As bruxas naquela época eram as avaliadoras da sociedade, davam a nota de cada um e o que elas diziam se tornava realidade custe o que custasse.

Ora, ao saber do presságio das Bruxas Macbeth dá até pouca importância, afinal ele era muito atarefado e não julgava importante ser promovido, ou dizia não achar importante… quem pode saber…

Mas a mulher dele, essa sim um verdeiro e ambicioso coordenador, exige uma atitude de Macbeth para que se cumpra o presságio das bruxas, afinal ela desejava mais que tudo ter seu marido no poder e dividir com ele as glórias de uma nota alta.

Tanto ela faz que Macbeth termina por assassinar traiçoeiramente o Rei e toma seu lugar no trono levando a Escócia a um período de escuridão.

Acontece que a morte do Rei possui suas consequências, mesmo Macbeth estando no poder agora sofrerá a culpa de ter destruído seu amigo e Rei através de um ardiloso processo de convidá-lo para casa e, com o sorriso do traidor e com  a força da mentira tentará manter-se no poder ao lado de sua Lady.

Por seu lado Lady Macbeth também sofre com a traição engendrada por ela mesma e se sente culpada. Sua culpa a leva à crises de sonambulismo, tremedeiras e outras doenças desconhecidas da época.

As Bruxas prevêm que Macbeth não deixará herdeiros e que as árvores se levantarão contra ele e seu crime. Lady Macbeth suicida-se deixando seu marido só para enfrentar os inimigos que ele nunca quis ter.

Agora é só aguardar o levante da floresta que eliminará Macbeth que para todo o sempre expiará sua culpa pela traíção e mentiras que o levaram da sua vida pacata e tranquila para um rodamoinho do destino.

Uma ópera bem montada, interessante e bem executada, cenários belíssimos e um Palácio das Artes Lotado de gente feliz, muitos que não entenderam a peça.

Em uma escala de 1-5 Nota 4 para os fatos e nota 5 para a trama.

Mas o quem tem tudo isso de pessoal? Para você, leitor pode não ter nada de pessoal, mas recomendo que leia a peça de Shakespeare e tente visualizar a cena: Você, escuta todos os elogios bajulatórios de uma pessoa que o trata como amigo e Rei e em seguida leva uma facada nas costas que é o mais puro extrato da ambição desmedida.

É, Shakespeare sabia das coisas! Tou esperando o levante da floresta…

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