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falácia para imbecis...

falácia para imbecis…

Vi essa imagem e aceito que ela seja usada apenas por leigos, não por quem se diz Educador.

O leigo nada sabe sobre Educação e acredita em qualquer coisa que se diz.

Principalmente o leigo sem Educação.

A escola não “transmite conhecimento” o des”Educador” que aceita essa máxima não leu Paulo Freire. Está do lado do caos e da desinformação, se souber o que diz, ou é um imbecil que não conseguiu aprender nada na Escola.

A Escola que não Educa e se recusa em assumir que é a Escola que tem como uma de suas atribuições colocar os parâmetros da Lei e das relações sociais, construindo o cidadão crítico e atuante para a vida em sociedade não é Escola.

É masmorra formadora de escravos.

Dizer que a criança precisa vir educada e que “só transmitimos conteúdo” é uma distorção redutora da complexidade do que significa Educar.

Se acreditarmos nessa falácia, de que a escola serve apenas para ministrar/transmitir conteúdos, a escola deixará de ser um lugar de socialização e de construção de conhecimento, e poderá deixar de existir, uma vez que conteúdo está disponível e fácil na internet e professores que não sabem o que é Educar, como os que acreditam no que está dito nesta imagem acima, acabam sendo prejudiciais à sociedade e à formação do aluno.

É um desserviço.

Se você ainda acredita nisso aí, que está na imagem, e ainda se considera um professor, faça um favor à Escola que você trabalha: peça demissão e vá fazer algo melhor para você e para a sociedade!

Prezadas Coordenadoras e Diretoria,

Depois da nossa reunião, nesta semana, com o professor, continuamos a pesquisar e a perguntar com os alunos, e pais de alunos dele, e ouvimos relatos de muitos outros casos semelhantes e mais antigos em termos de arbitrariedade na correção de provas.

Não apenas por realizar questões com má construção de enunciados, mas também, aparentemente, por ele não compreender o significado do que havia sido escrito pelos alunos. Desta forma ele gerou mal entendidos desconfortáveis com respostas rasas e evasivas como aconteceu na nossa reunião.

Sem querer interferir em sua forma de avaliar seus professores, e confiando no seu discernimento, recomendo que se faça um teste de leitura e compreensão de texto com esse professor a fim de verificar seu grau de letramento. Este professor se esconde atrás de palavrórios que, aparentemente, nem ele mesmo compreende seus significados, e esconde suas incompreensões deturpando as respostas e notas de seus estudantes.

Soube que no ano passado ele cobrou em prova assunto que não havia ministrado em sala de aula, que suas correções nunca são explicadas satisfatoriamente aos alunos e aos pais e que ele age intimidando seus alunos ameaçando com zeros e descontando pontos. Entendemos que este não é o primeiro caso, nem o último, e que é a hora de encerrar com esse tipo de atitude nesta escola.

Esse tipo de profissional prejudica o bom andamento da aprendizagem, afasta os alunos do conteúdo, gera desconforto, insatisfação e prejudica disciplina dos alunos. Pense bem, não há aluno que não se revolte a acabe se tornando indisciplinado perante injustiças corriqueiras que não tem qualquer chance de recurso ou proteção institucional. Tentem se lembrar desse tipo de evento quando vocês eram alunas e dos professores que afastaram vocês de aprender um tanto de assunto interessante que, hoje vocês já se aproximaram mas, sentem que poderiam ter aprendido melhor se não tivessem passado por um professor assim.

Acho que é hora de pensar a Educação como participação de pais e alunos no processo. Escutar mais e parar de considerar as reclamações como críticas destrutivas, pois elas são destrutivas mesmo se não forem tomadas as atitudes corretas com relação à elas. Não adianta tentar fingir que nada acontece e que esse professor “é ótimo”, os alunos e pais é que não sabem dar valor…

Alunos e pais dão valor ao que tem valor… e é muito fácil e rápido perceber quem tem ou não tem valor em uma sala de aula. Sei que é complicado substituir um professor no meio do ano, envolve custos, relações com o recursos humanos da instituição, mas pense quantos alunos vocês já perderam, e ainda perderão, por tentar economizar mantendo uma situação que é, de fato, insustentável.

É clara a relação entre desempenho e qualidade de professor…

Não se iludam, turma com problema de disciplina e nota baixa não é, nem nunca foi, culpa do aluno, sempre é reflexo de um professor ruim ou de falta de condições de trabalho. Evasão de alunos é apenas um reflexo de que a instituição e a direção não estão enxergando o óbvio: é urgente que se mude as relações professor-aluno-instituição e que os alunos e pais sejam efetivamente mais ouvidos na escala de Poder.

No mundo atual não cabem mais respostas evasivas ou desculpas, quanto mais artifícios que são seguidos de frases como “isso está fora do meu alcance” ou “isso sempre foi feito assim e não podemos mudar”.

Se vocês pretendem manter o funcionamento desta escola, repensem seus procedimentos para com as críticas e sugestões de Pais e Alunos, não há mais espaço para “gostamos da sua participação” sem que sejam dadas respostas imediatas e efetivas.

Obrigado

O que eu penso sobre o momento histórico brasileiro?

A crise Norte Americana da primeira década deste século foi uma crise de credibilidade, mas credibilidade de capital, perdeu-se o crédito e o país deles lá parou, obviamente em um mundo globalizado, se o dinheiro para de circular por lá, vai parar também em todo o mundo, afinal lá é uma economia forte que lidera grande parte do mundo e muita da crise deles se refletiu em seus países satélites.

Mas não vivemos a crise deles, tivemos algum processo que nos protegeu e a crise deles virou marola para nós.

Atualmente há uma outra crise mundial que está sendo provocada pelas comunicações e pela interação existente na internet.  A velocidade da comunicação e a exposição  à mídia colocam mais informações nas cabeças do povo. Alguma voz está se levantando contra os processos de desinformação e os processos antidemocráticos existentes no mundo. As pessoas acordam um dia e percebem que não podem mais tolerar ditaduras, mentiras, pilantragem de governantes e andam saindo para as ruas, quebrando o pau para dizer :

BASTA! QUEREMOS UM POUCO DE RESPEITO E UMA VIDA MENOS ROUBADA DE NÓS!

Esse sentimento está se alastrando em todo o mundo, através de conversações, de pequenos grupos que vão viralizando e indo para as ruas. Sem lideranças, apenas sincronizados com a ideia de que podem fazer algo diferente. Que brigar por uma vida melhor vale a pena.

 Entendo que o Brasil passa, atualmente, por uma crise sem precedentes na história: Uma crise de percepção.

Percepção em todos os Poderes, em todos os níveis: do Legislativo ao Judiciário, passando pelo Executivo, sem esquecermo-nos do poder da Comunicação, da Mídia, o dito quarto poder que deveria atuar como balança ou fiscal. Chegamos ao grau de negligência máxima, cada pessoa que deveria estar trabalhando para o Povo ter uma vida mais digna, cada representante que deveria estar pensando no que seus representados precisam, cada Autarquia que deveria existir para servir à Nação passou a servir exclusivamente aos seus interesses pessoais imediatos.

Deixaram de perceber (ou nunca perceberam) o que é uma Nação e deixaram de perceber o que o povo precisa.

“Ninguém nos representa” é a frase do ano, é a frase que traduz a crise de percepção.

O povo, através das simples conversas na internet descobriu que as Instituições não trabalham para elas quando precisam recorrer ao Judiciário e não obtém qualquer resposta minimamente satisfatória, quando tem que recorrer à Saúde pública ou privada e também não obtém qualquer respeito às suas necessidades ou atenção à sua pessoa, quando precisam de força policial são negligenciadas sem ter a quem reclamar e vivem com medo das represálias dos bandidos que se vestem de policiais, enfim, a lista é imensa e todos tem um exemplo pessoal da coisa!

As instituições estão em crise de percepção e o povo não!

E o povo foi às ruas para dizer que PERCEBEU QUE ESTÁ SENDO VIOLENTADO EM TODAS AS INSTÂNCIAS E QUE NÃO AGUENTA MAIS.

E quais estão sendo as respostas das instituições?

As instituições ainda estão em crise e, cegas, não perceberam que o problema não é político. É técnico! É uma crise de PERCEPÇÃO!

FAÇAM O QUE É ESPERADO QUE SEJA FEITO POR VOCÊS! É o mínimo. CHEGA DE NEGLIGÊNCIA.

Parem de tentar tapar o Sol com a peneira. Parem de desviar a atenção das pessoas para a política ou para a corrupção. Os problemas políticos e a corrupção são consequências da SUA FALTA DE PERCEPÇÃO das coisas que realmente precisam ser feitas para que haja uma vida melhor para a Nação.

Essa crise de percepção só foi sentida pelo povo por que passamos por um bom período de estabilidade, por que muito mais gente come e muito mais gente tem acesso à comunicação. Quem come pode pensar, saiu da fase de corrida desenfreada pela sobrevivência e pode perceber melhor o que acontece à sua volta.

O POVO NUNCA ESTÁ EM CRISE, AS INSTITUIÇÕES SIM.  ISSO JÁ PERCEBEMOS.

Não represento ninguém, falo por mim, pelo que percebo do mundo. Não uso máscara. Não preciso me esconder.  Se você ainda acha que o sistema funciona, é por que a crise da percepção ainda está te dominando.

Penso que essa relação do homem com Deus o seu começo foi mais simples… alguém querendo o poder e com alguns amigos muito fortes disse: Deus sou eu e se não sou eu Ele está do meu lado… o primeiro a perguntar “porque?” foi morto para provar o ponto de vista do cara… a partir daí todas as desculpas filosóficas foram criadas… quando se arruma uma patota mais forte essa patota diz que Deus deixou de apoiar o anterior… e o povo prefere engolir a ser morto…

Com a evolução da sociedade a violência explícita tende a desaparecer, mas a violência simbólica continua igual e as pessoas já nascem escutando que Deus faz isso ou aquilo por tradição…

Assim vamos trocando de Deus conforme a força do poder atual… as teologias mudam mas a dominação sobre o mas fraco não!

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Já pensou se ainda ganhássemos maçãs?

quer uma maçã?

Não sou economista, mas penso muito sobre o assunto..e isso não me faz mais que um curioso.

Como disse George Bernard Shaw:

“Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã, e nós trocamos as maçãs, então você e eu ainda teremos uma maçã. Mas se você tem uma idéia e eu tenho uma idéia, e nós trocamos essas idéias, então cada um de nós terá duas idéias.”

Gosto dessa frase porque ela demonstra que o capital inerente ao conhecimento e à informação tem mais valor para a sociedade que o capital inerente aos bens de consumo e aos bens duráveis. A troca de informações e a colaboração gerariam mais recursos que a troca ou produção de produtos de consumo ou bens duráveis.

Penso que essa frase define o valor da internet.
A interação entre conhecimentos e saberes permitiria a possibilidade de uma distribuição mais ampliada de renda através da troca de expertises locais e globais e também aumentaria a possibilidade efetiva de ampliação do capital mundial ou PIB.

Esse fenômeno foi demonstrado na bolha da bolsa o final da década de 90 e depois no crescimento constante e “seguro” da NASDAQ na primeira década do séc. XXI.

Percebi que a crise de “credibilidade” americana da última década foi minimizada pela possibilidade de fluxo de informação global neste mundo altamente conectado  que, na verdade, atuou como uma descarga de problemas distribuindo o prejuízo por todas as bolsas de valores e empresas de resseguro do mundo, alcançando e levando essa crise à todas as economias nacionais conectadas de alguma forma com a economia Estadunidense.

Em contrapartida os Países menos atingidos pela crise, foram aqueles que, naquele momento, estavam com seu capital mais ligado à produção de bens de consumo e bens duráveis, como o Brasil por exemplo.

Economia Global

O que eu concluo da relação Internet/Economia da Informação-conhecimento versus Economia tradicional é que a credibilidade sobre o “palpável” é menos abalável que a “credibilidade sobre as ideias trocáveis”.

No entanto, esse capítulo da história nos permitiu perceber que as relações de transparência entre governos em um mundo altamente conectado são fundamentais e que a credibilidade, em um mundo assim, é mais volátil e depende de relações confiáveis e intenções mais honestas e duradouras.

Que venha o mundo novo, mais justo e mais honesto, com informações e governos mais confiáveis!
Uma proposta e uma pergunta pessoal: Vamos trocar ideias ou maçãs?

Não são apenas palavras...

Não são apenas palavras…

A Renata, postou, hoje, no Facebook o seguinte artigo como incitação ou provocação:

Pesquisa pública, publicação privada texto que achei muito bom e que me fez logo tecer comentários… comentários que teci por lá, mas que penso que também merecerem um post por aqui…

O artigo trata do modelo de publicação científica, que é baseado no modelo do sistema escravagista contemporâneo, você paga, você trabalha de graça e quem recebe são os outros, e você acaba pagando novamente para ter acesso à sua própria criação… e escutamos com as mais belas faces sorridentes e doadoras de que é preciso colaborar e fazer trabalho voluntário… que os ganhos são outros… que dinheiro não é tudo…

Tá bom, dinheiro não é tudo…então me mandem mensagem me pedindo o número da minha conta e me passem todo o dinheiro que eu alivio vocês do fardo!

Cito uma parte do artigo original:
“Esse sistema se revela, além do mais, muito dispendioso para a comunidade científica. O contribuinte financia uma pesquisa que o cientista publicará – muitas vezes à sua custa – em uma revista endossada por uma empresa privada, que outros pesquisadores deverão avaliar gratuitamente e que as universidades deverão, em seguida, comprar a preço de ouro. É possível dizer, com efeito, que a literatura científica custa caro. A metade do orçamento de funcionamento das bibliotecas universitárias vai embora nas assinaturas, o que prejudica imediatamente os estabelecimentos menos ricos e tem repercussões sobre as taxas de matrícula dos estudantes”

Se pensarmos bem, é um sistema que merece uma reforma urgente, pois a sociedade já mudou em parte, pelo menos nas questões do acesso, e a remuneração da informação também precisa ser revista, ou melhor, distribuída.

A outra ponta da discussão é o que teria mais valor:  A fonte ou a distribuição?

Os Agentes, as Editoras e as Gravadoras dizem que é a distribuição… pois eles alcançam o grande público… mas sem uma boa fonte o público deixa de acreditar na distribuição.

Nos tempos de broadcast isso podia ser verdade, e o que a distribuidora levava ao publico era, obrigatoriamente, consumido e transformado em sucesso, por falta de opção e com raras excessões pelo valor intrinseco à fonte.

O Monopólio da distribuição dizia o que seria consumido pela sociedade e, com o tempo, essas distribuidoras passaram a se exceder na escolha do que era levado ao público gerando enorme insatisfação sem que gerasse uma real redução de consumo. Aprendemos a reclamar e a continuar pagando…

Ocorreu perda de credibidade, aliás credibilidade é a crise do início deste milênio não é?

Nos tempos de internet a lógica mudou…
A fonte e a distribuição passaram a trabalhar de igual para igual, pois o volume de distribuidores e de fontes cresceu assustadoramente e continua crescendo, já que TODOS passaram a ter esse poder de criar e de distribuir.

Se não tenho boas fontes e se distribuo qualquer coisa, não tenho credibilidade. Se não tenho boas relações e se não produzo algo de novo e de interesse ou que contribua com nicho que vivo e participo não vai adiantar ter ótimos distribuidores.

Penso que atualmente os dois, distribuidor e fonte se igualaram e merecem remunerações equivalentes ou iguais.

Não bastam mais as relações economicas que foram criadas no modelo capitalista ou pelo modelo “anti-capitalista”. Muita coisa vai ter que ser estudada e um novo modelo precisa ser proposto e instituido.

A briga é feia, e muito pessoal… colabora aí para que eu ganhe um pouco mais de credibilidade? Comente!

 

Rapaz,

esse povo que tem medo de perder a privacidade e seus “segredos” no Facebook, e que tem medo das pessoas que vêem e julgam seus escritos, nunca discutem o que é a verdadeira invasão, feita através de um complexo monitoramento da sua internet pelo Google e pelo Facebook, para vender para você, o que eles pensam que você quer.

Observe: É só você visitar um site de venda de tênis, de brinquedos ou de qualquer coisa que começa a aparecer na barra da direita do facebook, ou no destaque do google, um tanto de oferecimentos e propaganda de coisas “coincidentes”… aí, vc vai lá clica e compra…

Você compra e eles ganham, nada contra eles ganharem, sou contra é eles usarem minhas informações de uso para vender… e eu ainda pagar por conexão, e eles quererem controlar o que eu faço ou falo na rede.

E o povo tem medo da curiosidade dos desconhecidos ou dos vizinhos… tem medo de quem menos pode causar algum prejuízo.

Eu tenho medo, sim, muito medo, da forma que eles usam minhas informações. Hoje vivemos em uma democracia controlada… mas quanto tempo isso vai durar?

No dia que a coisa ficar pessoal, oficialmente, todos nós vamos nos sentir dentro do Processo de Kafka…

Sem mais nem menos...

Sem mais nem menos…

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